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Poesía del amanecer

Nocivo Shomon

Poesia da Madrugada

Licença sangue
Deixa eu te mostrar o que é poesia
Navego num mar de almas implorando alforria
Lutador luta agora e o covarde sempre adia
Se o errado tem voz o sábio nunca silencia
Grito de agonia, meu povo sorri chorando
Os mortos resistindo e os vivos se entregando
Tamo se aproximando, do fim cê vê o começo
Fulano ali se vende sim é só aumentar o preço
Música não tem cor, nem arte endereço
Postura uns morre sem, outros vem com ela de berço
Só quero o que mereço, meu santo não é de gesso
Vacilação total não aprender com o tropeço
Apresso ao recomeço, avesso à futilidade
Os de mentira vive gritando que é de verdade
Julgando meus defeitos não viu minha qualidade
Antes são na loucura que louco na sanidade
Uns não são nem metade, mas acham que pode tudo
Se a justiça tem voz , pra nós o sistema tá mudo
Humildade não é escudo, nem nosso sofrer orgulho
Se espantou pois esqueceu que vaia também faz barulho
É...maloca... vários monstro ao meu redor
Quanto mais gente conheço, mano me sinto mais só
E o pastor que ontem se sentia entre nós o melhor
Fez como o diz na Bíblia, e retornou ao pó
Quem é você? Bota as carta na mesa
Em cada coração a coleção de incerteza
Tristeza , na selva , que rouba a impureza
Vermes em demasia com mania de grandeza
Contra a correnteza suportei temporais
Bolando mais um Blunt com rimas transcendentais
Um monte chega na frente passando vários pra trás
Esquece teu passado que esse aí não volta mais

(Poesia)
Na madrugada, escrevendo ao lado da solidão
(Poesia)
Em cada linha escrita, um pedaço do coração
(Poesia)
Na madrugada, escrevendo ao lado da solidão
(Poesia)
Em cada linha escrita, um pedaço do coração
(Poesia)
Na madrugada, escrevendo ao lado da solidão
(Poesia)
Em cada linha escrita, um pedaço do coração...

Poesía del amanecer

Licencia de sangre
Déjame mostrarte lo que es la poesía
Navego a través de un mar de almas pidiendo alegría
Luchador lucha ahora y el cobarde siempre pospone
Si el mal tiene una voz, el sabio nunca silencia
Grito de agonía, mi gente sonríe llorando
Los muertos se resisten y los vivos se rinden
Nos acercamos, desde el final se ve el principio
Tal y tal por allá vende, sí, solo sube el precio
La música no tiene color ni dirección artística
Postura algunos muere sin, otros vienen con su cuna
Sólo quiero lo que merezco, mi santo no está elegido
La vacilación total no aprende de tropezar
Apresúrate a un nuevo comienzo, reacio a la inutilidad
Los falsos siguen gritando que es real
Juzgando mis faltas, no viste mi calidad
Antes de que estén en la locura que loco en la cordura
Algunos no son la mitad, pero creen que pueden hacer cualquier cosa
Si la justicia tiene voz, para nosotros el sistema está muerto
La humildad no es un escudo, ni nuestro orgullo sufriente
Te sorprendiste porque olvidaste que Boo también hace ruido
Es... maloca... un montón de monstruos a mi alrededor
Cuanta más gente conozco, hermano me siento más solo
Y el pastor que ayer sintió entre nosotros el mejor
Él hizo lo que dice en la Biblia, y regresó al polvo
¿Quién diablos eres tú? Pon las cartas sobre la mesa
En cada corazón la colección de incertidumbre
Tristeza en la selva que roba la impureza
Demasiados gusanos con manía de grandeza
Contra la corriente soporté temporal
Llamando a otro contundente con rimas trascendentales
Mucho viene por delante pasando varios hacia atrás
Olvida tu pasado, éste no volverá

(Poesía)
Al amanecer, escribiendo junto a la soledad
(Poesía)
En cada línea escrita, un pedazo del corazón
(Poesía)
Al amanecer, escribiendo junto a la soledad
(Poesía)
En cada línea escrita, un pedazo del corazón
(Poesía)
Al amanecer, escribiendo junto a la soledad
(Poesía)
En cada línea escrita, un pedazo de corazón

Escrita por: Nocivo Shomon