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Banca de Acusado

Noite Ilustrada

Banco de Réu

Sento no banco de réu
E aguardo a sentença
Porque até hoje ninguém
Destruiu minha crença

Pela voz que ordena
Que eu me conforme
Porque aquele que mora lá em cima
Não dorme, ai

Sento no banco de réu
E aguardo a sentença
Porque até hoje ninguém
Destruiu minha crença

Pela voz que ordena
Que eu me conforme
Porque aquele que mora lá em cima
Não dorme, ai

O sofrer é da vida
Eu aceito
Não guardo, porém
Ódio ou rancor dentro do peito

Tenho a minha consciência
Pura e sã
Quem me condena
Não se lembra do amanhã

O sofrer é da vida
Eu aceito
Não guardo, porém
Ódio ou rancor dentro do peito

Tenho a minha consciência
Pura e sã
Quem me condena
Não se lembra do amanhã

Sento no banco de réu
E aguardo a sentença
Porque até hoje ninguém
Destruiu minha crença

Pela voz que ordena
Que eu me conforme
Porque aquele que mora lá em cima
Não dorme

Banca de Acusado

Me siento en la banca de acusado
Y espero la sentencia
Porque hasta hoy nadie
Ha destruido mi fe

Por la voz que ordena
Que me conforme
Porque aquel que vive allá arriba
No duerme, ay

Me siento en la banca de acusado
Y espero la sentencia
Porque hasta hoy nadie
Ha destruido mi fe

Por la voz que ordena
Que me conforme
Porque aquel que vive allá arriba
No duerme, ay

El sufrir es parte de la vida
Lo acepto
Pero no guardo
Odio ni rencor en mi pecho

Tengo mi conciencia
Pura y sana
Quien me condena
No recuerda el mañana

El sufrir es parte de la vida
Lo acepto
Pero no guardo
Odio ni rencor en mi pecho

Tengo mi conciencia
Pura y sana
Quien me condena
No recuerda el mañana

Me siento en la banca de acusado
Y espero la sentencia
Porque hasta hoy nadie
Ha destruido mi fe

Por la voz que ordena
Que me conforme
Porque aquel que vive allá arriba
No duerme

Escrita por: Djalma Mafra, Alvaiade