O Pavio da Verdade
Pouco importa que me chame
De cruel e até de infame
Ou seja lá do que for
É despeito, eu compreendo
O pior é andar dizendo
Que já foi o meu amor
Gente assim da sua espécie
O desprezo é que merece
Como você mereceu
Não me lance em desafio
Você sabe que o pavio
Da verdade tenho eu
Do contrário qualquer dia
A sua biografia
Vai sair com nitidez
Porque não é com lirismo
Que se desfaz o cinismo
De quem sabe o mal que fez
Veja lá se não me obriga
A desfazer tanta intriga
E provar por A mais B
Num puro e simples exame
Quem já fez papel de infame
Se fui eu ou foi você
Gente assim da sua espécie
O desprezo é que merece
Como você mereceu
Não me lance em desafio
Você sabe que o pavio
Da verdade tenho eu
Do contrário qualquer dia
A sua biografia
Vai sair com nitidez
Porque não é com lirismo
Que se desfaz o cinismo
De quem sabe o mal que fez
Veja lá se não me obriga
A desfazer tanta intriga
E provar por A mais B
Num puro e simples exame
Quem já fez papel de infame
Se fui eu ou foi você
La mecha de la verdad
No importa si me llamas
Cruel y hasta infame
O lo que sea
Es despecho, lo entiendo
Lo peor es decir
Ese fue una vez mi amor
A la gente le gusta tu tipo
El desprecio es lo que se merece
como te lo merecias
No me desafíes
ya conoces la mecha
en verdad tengo
De lo contrario cualquier día
tu biografia
Saldrá claro
porque no es lírico
Ese cinismo desaparece
¿Quién sabe el daño que hizo?
Mira si no me obligas
Deshacer tanta intriga
Y pruébalo con A más B
En un examen puro y simple
¿Quién ha desempeñado el papel de infame?
Si fuera yo o fueras tu
A la gente le gusta tu tipo
El desprecio es lo que se merece
como te lo merecias
No me desafíes
ya conoces la mecha
en verdad tengo
De lo contrario cualquier día
tu biografia
Saldrá claro
porque no es lírico
Ese cinismo desaparece
¿Quién sabe el daño que hizo?
Mira si no me obligas
Deshacer tanta intriga
Y pruébalo con A más B
En un examen puro y simple
¿Quién ha desempeñado el papel de infame?
Si fuera yo o fueras tu
Escrita por: Americo Seixas / Ataulfo Alves