Quarto de Cima
Fiz da alma teatro aberto para te ver
De cima do palco não dança mais
Seus olhos a brilhar
Refletem lembranças
E em meus bolsos vontades que guardei
Sem nunca acordar
Não quero acordar
Ao menos eu tentei
E como eu tentei
E os meus olhos que correm
Teu corpo sem lembrar
Do toque, do gosto
Que não param, nem enxergam
Sem ouvir sua voz confessando
Sem nunca acordar
Não quero acordar
Ao menos eu tentei
E como eu tentei
Acordei com o universo cravado em minhas costas
(Fiz da alma teatro aberto pra te ver)
Acordei com o universo cravado em mim
Cuarto de Arriba
Hice del alma un teatro abierto para verte
Desde arriba del escenario ya no bailas más
Tus ojos brillantes
Reflejan recuerdos
Y en mis bolsillos guardé deseos
Sin despertar nunca
No quiero despertar
Al menos lo intenté
Y cómo lo intenté
Y mis ojos que corren
Tu cuerpo sin recordar
El tacto, el sabor
Que no se detienen, ni ven
Sin escuchar tu voz confesando
Sin despertar nunca
No quiero despertar
Al menos lo intenté
Y cómo lo intenté
Desperté con el universo clavado en mi espalda
(Hice del alma un teatro abierto para verte)
Desperté con el universo clavado en mí
Escrita por: Daneil Correa / GABRIELA / Jez Soares / Kau Herdy