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Larará

Novos Planos Inclinados

Larará

Quando sair de casa ainda na calçada
Tive a certeza de nunca mais voltar
Aos critérios colossais
Das babeis das catedrais
Das pontes e viadutos
Esconderijos e lutos
E banquetes canibais
Eu vi os dentes da fera, as cores da primavera
Mas não reguei o meu jardim

E agora pro sustento
Enrolei não sobrou nada
Não posso viver de vento
Eita vida atrapalhada

Aos critérios colossais
Das babeis, das catedrais
Das pontes e viadutos
Esconderijos e lutos
Banquetes canibais

Eu vi os dentes da fera
Das cores da primavera
Mas não reguei o meu jardim

E agora pro sustento
Enrolei não sobrou nada
Não posso viver de vento
Eita vida atrapalhada

Larará

Cuando salí de casa, aún en la acera
Tuve la certeza de que nunca más volvería
A los criterios colosales
De los babosos de las catedrales
De los puentes y viaductos
Escondites y duelos
Y banquetes caníbales
Vi los dientes de la bestia, los colores de la primavera
Pero no regué mi jardín

Y ahora, para el sustento
Me enrolé y no quedó nada
No puedo vivir del viento
Qué vida tan complicada

A los criterios colosales
De los babosos, de las catedrales
De los puentes y viaductos
Escondites y duelos
Banquetes caníbales

Vi los dientes de la bestia
Los colores de la primavera
Pero no regué mi jardín

Y ahora, para el sustento
Me enrolé y no quedó nada
No puedo vivir del viento
Qué vida tan complicada

Escrita por: Flauss Moreno / Tauã Paiva Alves