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¿Dónde Estás Tú?

NP-Exception

Onde Está Você

Não faz sentido
Criar um problema pra depois correr atrás de uma solução
Quando não existe inimigo
A não ser você mesmo e sua mania de perseguição

Corre atrás de si mesmo e não tem como se esconder
Nesse jogo de incertezas que não envolve só você

Angústia
Mãos atadas
Pés descalços
Eu só penso em correr
Denuncia
Pessoa fútil
Papo inútil
Não há onde se esconder

Não faz sentido
Se preocupar tanto com as coisas que não te faz falta não
Quando não existe inimigo
A não se aquela falta de não ter alguém pra trocar opinião

Corre atrás de si mesmo e não tem como se esconder
Nesse jogo de incertezas que não envolve só você

Angústia
Mãos atadas
Pés descalços
Eu só penso em correr
Denuncia
Pessoa fútil
Papo inútil
Não há onde se esconder

Onde está você que consegue me escutar
Onde esta você que consegue me acalmar
Onde esta você que consegue destruir
Essa maldita vontade de querer sumir daqui

Eu sei
Por isso que eu corro tanto
Pra poder descansar nos teus braços quando eu cair

¿Dónde Estás Tú?

No tiene sentido
Crear un problema para luego correr detrás de una solución
Cuando no hay enemigo
Excepto tú mismo y tu manía de persecución

Corre tras de ti mismo y no puedes esconderte
En este juego de incertidumbres que no solo te involucra a ti

Angustia
Manos atadas
Pies descalzos
Solo pienso en correr
Denuncia
Persona fútil
Charla inútil
No hay dónde esconderse

No tiene sentido
Preocuparse tanto por cosas que no te hacen falta
Cuando no hay enemigo
Excepto la falta de alguien con quien intercambiar opiniones

Corre tras de ti mismo y no puedes esconderte
En este juego de incertidumbres que no solo te involucra a ti

Angustia
Manos atadas
Pies descalzos
Solo pienso en correr
Denuncia
Persona fútil
Charla inútil
No hay dónde esconderse

¿Dónde estás tú que puedes escucharme?
¿Dónde estás tú que puedes calmarme?
¿Dónde estás tú que puedes destruir
Esta maldita voluntad de querer desaparecer de aquí?

Lo sé
Por eso corro tanto
Para poder descansar en tus brazos cuando caiga

Escrita por: Felipe Espindola De Borba