Vegetal
e ao se conter com a dor
quando tudo nos divide
fico com medo do escuro
numa luta desigual
sozinho invento um mundo
cenários, atores
sinta, não é preciso entender
cenas e frases que faço
folhas dançando aonde você for
nos abrigamos em solidão
na falta do amor
da leveza do algodão
olhe para o cinza do céu
depois pras antenas ao léu
olhe as viagens perdidas
adiando vida e sol
folhas dançando aonde você for
nos abrigamos em solidão
na falta do amor
da leveza...
sinta a razão disso tudo
o caótico centro da cidade
as notas de dor nas avenidas
adiando chuva e cinza
Vegetal
Y al contener el dolor
cuando todo nos separa
me da miedo la oscuridad
en una lucha desigual
solo invento un mundo
escenarios, actores
ten en cuenta, no es necesario entender
ces y frases que creo
hojas bailando a donde vayas
nos refugiamos en soledad
en ausencia de amor
de la ligereza del algodón
mira el gris del cielo
luego las antenas al aire
mira los viajes perdidos
posponiendo la vida y el sol
hojas bailando a donde vayas
nos refugiamos en soledad
en ausencia de amor
de la ligereza...
siente la razón de todo esto
el caótico centro de la ciudad
las notas de dolor en las avenidas
posponiendo la lluvia y el gris
Escrita por: Deivid P. Teixeira / Ricardo De Gaspari