Vida de festim
Vida de festim
De você nada vem tão fácil.
Nem tapa, nem afago.
Seu amor, inexplorado.
Mãos atadas. Nem braços, nem abraços.
Ofegante na carência.
Desamores e seus fardos.
Com você tudo é premeditado.
A paixão é ato falho.
Seu futuro é o seu passado.
Vá sentir que viver é mais que pensava.
Larga mão de sofrer demais, tudo passa.
Vá sentir que viver é mais que pensava.
Larga mão de sofrer a mais.
A estrada não tem fim.
... e não se vá deixar morrer assim, tão cheio de vida.
Gaguejou com tanto medo de se expor, de gritar o seu amor.
... e queimou os seus escritos, os seus segredos.
Ofuscou os seus instintos, os seus desejos mais bonitos.
Fé de pavio curto, vida de festim.
Dias de descrença, sonhos de marfim.
Ares de outono em noites de verão, mas os anjos não desistem de reverter o seu coração.
Vá sentir que viver é mais que pensava.
Larga mão de sofrer demais, tudo passa.
Vá sentir que viver é mais que pensava.
Larga mão de sofrer a mais.
O que fica é o amor.
Vida de fiesta
Vida de fiesta
De ti nada viene tan fácil.
Ni bofetada, ni caricia.
Tu amor, inexplorado.
Manos atadas. Ni brazos, ni abrazos.
Jadeante en la necesidad.
Desamores y sus cargas.
Contigo todo está premeditado.
La pasión es un acto fallido.
Tu futuro es tu pasado.
Ve a sentir que vivir es más de lo que pensabas.
Deja de sufrir demasiado, todo pasa.
Ve a sentir que vivir es más de lo que pensabas.
Deja de sufrir más.
El camino no tiene fin.
... y no te dejes morir así, tan lleno de vida.
Tartamudeaste con tanto miedo de exponerte, de gritar tu amor.
... y quemaste tus escritos, tus secretos.
Ofuscaste tus instintos, tus deseos más bonitos.
Fe de mecha corta, vida de fiesta.
Días de incredulidad, sueños de marfil.
Aires de otoño en noches de verano, pero los ángeles no se rinden en cambiar tu corazón.
Ve a sentir que vivir es más de lo que pensabas.
Deja de sufrir demasiado, todo pasa.
Ve a sentir que vivir es más de lo que pensabas.
Deja de sufrir más.
Lo que queda es el amor.
Escrita por: Raphael Moraes