Labirinto
Abro os olhos
Desconheço corpo, tempo, espaço
Fleches das memórias caem sobre mim
O meu mundo diluído convertido em algo
Que eu não me percebi escolher
Quero o meu eu dentro de mim
Quero os meu erros fora do agora
O teu silêncio e um gole de café
A vida é labirinto
Onde eu não sinto
Quando eu me perdi
Vez por outra eu sinto saudade
De coisas que eu não vivi
Não quero relógios
Fotografias, máquinas do tempo
Eu quero ser feliz
Preciso lembrar dos sorrisos
Do eu passado, dos meus amigos
Desses desaparecidos
Quero o meu eu dentro de mim
Quero os meu erros fora do agora
O teu silêncio
E um gole de café
A vida é labirinto
Onde eu não sinto
Quando eu me perdi
Vez por outra eu sinto saudade de coisas que eu não vivi
Laberinto
Abro los ojos
Desconozco cuerpo, tiempo, espacio
Flechas de los recuerdos caen sobre mí
Mi mundo diluido convertido en algo
Que no me di cuenta de elegir
Quiero mi yo dentro de mí
Quiero mis errores fuera del ahora
Tu silencio y un sorbo de café
La vida es un laberinto
Donde no siento
Cuando me perdí
De vez en cuando siento nostalgia
De cosas que no viví
No quiero relojes
Fotografías, máquinas del tiempo
Quiero ser feliz
Necesito recordar las sonrisas
Del yo pasado, de mis amigos
De esos desaparecidos
Quiero mi yo dentro de mí
Quiero mis errores fuera del ahora
Tu silencio
Y un sorbo de café
La vida es un laberinto
Donde no siento
Cuando me perdí
De vez en cuando siento nostalgia de cosas que no viví
Escrita por: Jean Paulino / Jéssica xavier