Corrente
Na avenida da cidade uma corrente
Eu vi pessoas procurando a solução
Em cada esquina um olhar, uma semente
Alimentando uma chama em combustão
Eu vi um menino, eu vi um soldado mutilado
Em uma guerra sem sentido e sem razão
Vi uma estrela, vi uma coisa no telhado
Vi por de baixo de uma fresta no porão
Foi uma vela que eu deixei acesa
Pra trabalhar com vinho a noite inteira
Eu caio e me contorço
Eu espero por um sorriso teu
Meu corpo entrelaçado
Desde o tempo que eu queria ser
Humano
Corriente
En la avenida de la ciudad una corriente
Vi gente buscando la solución
En cada esquina una mirada, una semilla
Alimentando una llama en combustión
Vi a un niño, vi a un soldado mutilado
En una guerra sin sentido y sin razón
Vi una estrella, vi algo en el techo
Vi por debajo de una rendija en el sótano
Fue una vela que dejé encendida
Para trabajar con vino toda la noche
Caigo y me retuerzo
Espero por una sonrisa tuya
Mi cuerpo entrelazado
Desde el tiempo en que quería ser
Humano
Escrita por: Allan Aldebram / Fernando Fávaro