Ah, entendi, você vai ser tão de mentira, mas tão de mentira, que os cara vão achar que você é real
Hahaha, mais ou menos isso, ahn
Um, ah, esse tipo de beat eu curto
(Chiocki Beats, caralho)
Então vamos lá, né?
Ayo, aqui é o Dygão
Tira as crianças da sala como se o Trump chegasse nela
Vou espancar vocês igual o pai do Michael com a fivela
Vocês só debatem merda igual o podcast do Vilela
Mídia lucra com a miséria, filha da puta, eu vivi nela
Ano passado, matei um gordo, me chame de diabetes
Sempre metia em drags enquanto ouvia o Ret
Salve pros LGBT, Dygão também é um de vocês
Sou bi, mas só como mulher até o cu escorrer
Paguei uma puta aleijada, estranho, mas valia tentar
Queria outra posição, ela só sabia sentar
Fez acrobacias e pá, até sua bacia quebrar
Cheia de contusões, aquela puta parecia o Neymar
Meu iPhone é branco, meu pau preto, nem é mentira o que eu falo
Meu cu e pau tão pretos, porra, faz tempo que eu não lavo
Acho que sujei demais pondo ele dentro do teu rabo
Com diarreia, e sujou com nós rabo fodendo no meu quarto
Gozo no teu lean com Fanta, merda, porque nós fala tanta
Luíza Sonza é racista, enche a corna de gala branca
Esses PM cheiram pó, e de nóia não fugi, não
Não assassinei o delegado, isso foi culpa do Dygão
Puta, tu vive dizendo que todo homem é igual
Que no final eu sou um deles, um filho da puta e tal
Mas com tu fez anal e nunca nem chupou o meu pau
Chupa e diz: Isso aí, e fica tudo legal
Quem é que te enterrou sem medo?
As suas pernas serrou e tu berrou?
Na sua cabeça mirou e acertou?
É o Dygão o terror que voltou
Quem é que te enterrou sem medo?
As suas pernas serrou e tu berrou?
Na sua cabeça mirou e acertou?
É o Dygão o terror que voltou
Meu pau é ferido, então ele sempre tá ardendo nas práticas
Minha única foda a três foi fodendo uma grávida
Dygão misógino, homofóbico, filha da puta, já morra
Porra, Dygão é um personagem, tu é burra pra porra
Com as merdas no mundo, faço piadas desse assunto com você
Eu vou pro inferno, e se você rir, você vai junto comigo
Bin Laden, nóis explode cidade, escola, explode [?]
Eu sou foda e familiar, igual uma filha que fode com os pais
Fodi uma boneca, gravei, chamei de bebê reborn
Vou na igreja todo domingo pro padre benzer o revólver
Suicidas, não se matem, ir no bar e beber resolve
Com uma overdose, antes de se tremer, cê dorme
Divulgo o tigrinho pra tu apóstar teu aluguel
Igual pastor da Universal que vende vaga lá no céu
Igual argentinos com Milei, rappers morrem de fome
Tua mina é igual o Diddy, na calada, dorme com homens
Vendo pornô da Andressa Urach, passo o dia só no crack
Dygão deu uma pro Pedrinho Matador e pro Maníaco do Parque
Não existe na tua playlist um tão sujo que fez hits
Que batem igual as merdas do Ryan SP e DJ Ivis
Eu só gozo dentro, e se a puta engravida, eu aborto
Foda-se os pró-vida, isso nem é vida, tá óbvio
Criança nasce, o rico tá foda-se, e ela lixo comendo
E o burguês filho da puta tá um pouco se fodendo
Quem é que te enterrou sem medo?
As suas pernas serrou e tu berrou?
Na sua cabeça mirou e acertou?
É o Dygão, o terror que voltou
Quem é que te enterrou sem medo?
As suas pernas serrou e tu berrou?
Na sua cabeça mirou e acertou?
É o Dygão, o terror que voltou
E a música? Saiu lá, Dyego? Cê não falou que cê ia, que, cê ia fa– cê tinha feito uma música?
Já ouviram o rap do Dyego? É tudo, é tudo, psico– psico– psicopatia, tá ligado? Não é para o coração fraco