Expurgo // Expulso
Quando eu partir
Quem é que vai cuidar de ti?
Vais procurar alguém que vai te amar
E em tua palma a vida entregar
Sinto lhe informar, não vais encontrar
Eu te acostumei tão mal
Este meu amor, que um dia te embalou
Doravante te amaldiçoará
Então, enxugue os teus olhos
E me dê um bom motivo pra ficar
Enfim, expulse teus demônios
Dessa vez permita-me entrar
Se ainda estamos no mesmo lugar
Será que morri?
Ainda não me decidi
Fui procurar-te
Sangue, pus, gozo, arte
Mas já te informei, eu te dissociei
Mas ainda sinto-me tão mal
Aquele teu amor, um dia me desbravou
Hoje, tanto me corrói
Então, enxugue os teus olhos
E me dê um bom motivo pra ficar
Enfim, expurgue teus demônios
Dessa vez deixe-me entrar
Se ainda estamos no mesmo lugar
Sei que ainda estamos no mesmo lugar
Se aqui ainda é o nosso lar
Ainda podemos nos enganar
Expurgo // Expulso
Cuando me haya ido
¿Quién cuidará de ti?
Buscarás a alguien que te ame
Y entregue su vida en tus manos
Lamento informarte, no lo encontrarás
Te mal acostumbré tanto
Este amor mío, que una vez te arrulló
De ahora en adelante te maldecirá
Así que seca tus ojos
Y dame una buena razón para quedarme
Finalmente, expulsa tus demonios
Esta vez permíteme entrar
Si todavía estamos en el mismo lugar
¿Acaso he muerto?
Todavía no lo he decidido
Fui a buscarte
Sangre, pus, placer, arte
Pero ya te lo dije, me disocié de ti
Pero aún me siento tan mal
Ese amor tuyo, una vez me conquistó
Hoy, tanto me corroe
Así que seca tus ojos
Y dame una buena razón para quedarme
Finalmente, expurga tus demonios
Esta vez déjame entrar
Si todavía estamos en el mismo lugar
Sé que todavía estamos en el mismo lugar
Si aquí todavía es nuestro hogar
Todavía podemos engañarnos
Escrita por: Gustavo Favaretto / João Acosta