Suposições
Sonho com o que tá por vir
Me espelhei, hoje vejo alguém fantástico
Aturo tudo que tenho passado
Prevejo no presente o meu futuro passado
Cada vez mais próximo do fim
Ou menos perto do inicio de tudo
Vejo os dias passando e fico mais calmo
Na cama deixo os resquícios do fracasso
Me pintei no escuro pra clarear sua mente
Escureci sua visão, pra que usar essa venda?
Cê já pode descer do salto
Na minha altura cê se vê tão baixo
É desnecessário se culpar por medo
Fragil é o ego, nasceu sendo moldado
Se entregou e aceitou a corrosão
Corrosiva sociedade, caverna de platão?
O propósito de tudo? Não basta estar vivo?
O maior privilégio de todos foi retirado
A liberdade não aguentou foi buscar a verdade
Fui buscar a verdade
O impossível aconteceu, tudo se tornou possível
Não contente limitaram o que se podia
Hoje não pode mais, por isso a correria
Era mais simples viver e aceitar a vida
Sensações, emoções, corações
A evolução se faz dia após dia
Frutos enormes para serem aproveitados
Projetei o intangível, se tornou imaginável
São pequenas suposições
Pra que se preocupar?
Ao invés de respirar
Prefere ficar sem ar
Tantas tarefas sendo acumuladas
Acumulou o cúmulo de suas amarras
Abraça o mundo sem moldar o seu
Nas traças morre o interno eu
O fim tem se mostrado tão natural
Não aturo tudo aquilo que não é real
Incomodo com a minha melancolia
To achando que é a minha melanina
Regras, burocracia, submissão
São fatores que engessam a sua missão
Cave a cova com uma pá digital
Likes não importam no seu funeral
Cresço em meio ao caos
Preciso ser assim tão transparente
Transpareço a existência do plano astral
Falo tudo pra que viva o que é real
Pesado pra afundar na sua mente
Pena jamais deram pra nossa gente
Só conheço pedras e rochas a serem quebradas
Lapido elas e transformo dores em piadas
Escuto estalos toda a vez que ando
Acho que são eles novamente chegando
Ou será que é o chicote nos antepassados
Foram deixados
Acumulei senti as dores sofridas
Com naturalidade desenvolvi empatia
Excesso de sensibilidade
Foi absorvida toda maldade
Sonho com o que tá por vir
Me espelhei, hoje vejo alguém fantástico
Aturo tudo que tenho passado
Prevejo no presente o meu futuro passado
Cada vez mais próximo do fim
Ou menos perto do inicio de tudo
Vejo os dias passando e fico mais calmo
Na cama deixo os resquícios do fracasso
Escuto estalos toda a vez que ando
Acho que são eles novamente chegando...
Suposiciones
Sueño con lo que está por venir
Me reflejé, hoy veo a alguien fantástico
Aguanto todo lo que he pasado
Preveo en el presente mi futuro pasado
Cada vez más cerca del final
O menos cerca del inicio de todo
Veo los días pasar y me quedo más tranquilo
En la cama dejo los vestigios del fracaso
Me pinté en la oscuridad para iluminar tu mente
Opacé tu visión, ¿por qué usar esa venda?
Ya puedes bajar de tus tacones
A mi altura te ves tan bajo
Es innecesario culparte por miedo
Frágil es el ego, nació siendo moldeado
Te entregaste y aceptaste la corrosión
¿Corrosiva sociedad, caverna de Platón?
¿El propósito de todo? ¿No basta con estar vivo?
El mayor privilegio de todos fue retirado
La libertad no aguantó, fue en busca de la verdad
Fui en busca de la verdad
Lo imposible sucedió, todo se volvió posible
Insatisfechos limitaron lo que se podía
Hoy ya no se puede más, por eso la prisa
Era más sencillo vivir y aceptar la vida
Sensaciones, emociones, corazones
La evolución se da día tras día
Frutos enormes por aprovechar
Proyecté lo intangible, se volvió imaginable
Son pequeñas suposiciones
¿Para qué preocuparse?
En lugar de respirar
Prefieres quedarte sin aire
Tantas tareas acumulándose
Acumulaste el colmo de tus ataduras
Abrazas el mundo sin moldear el tuyo
En las polillas muere el yo interno
El final se ha mostrado tan natural
No aguanto todo aquello que no es real
Me molesta mi melancolía
Creo que es mi melanina
Reglas, burocracia, sumisión
Son factores que entorpecen tu misión
Cava la tumba con una pala digital
Los 'me gusta' no importan en tu funeral
Crezco en medio del caos
¿Necesito ser tan transparente?
Transparento la existencia del plano astral
Digo todo para que vivas lo real
Pesado para hundirse en tu mente
Nunca dieron pena a nuestra gente
Solo conozco piedras y rocas por romper
Las pulo y transformo dolores en chistes
Escucho crujidos cada vez que camino
Creo que son ellos llegando de nuevo
O será el látigo en los ancestros
Que fueron dejados
Acumulé y sentí los dolores sufridos
Con naturalidad desarrollé empatía
Exceso de sensibilidad
Absorbí toda maldad
Sueño con lo que está por venir
Me reflejé, hoy veo a alguien fantástico
Aguanto todo lo que he pasado
Preveo en el presente mi futuro pasado
Cada vez más cerca del final
O menos cerca del inicio de todo
Veo los días pasar y me quedo más tranquilo
En la cama dejo los vestigios del fracaso
Escucho crujidos cada vez que camino
Creo que son ellos llegando de nuevo...