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No Dejes de Recordar

Odair Cabeça de Poeta

Não Deixe de Lembrar

Não, não deixe de lembrar
Não deixe de olhar
Pro vaso que eu lhe dei, ei

Não, não deixe de molhar
Não olhe só por olhar
Pro vaso que eu lhe dei

Quando for jasmim, você pensa em mim
Quando for a rosa, é a nossa prosa
Quando for a margarida, é a minha ida
Quando jogar água, é a minha mágoa

Que saudades de você
Ooh
Ooh

Não, não deixe de lembrar
Não deixe de olhar
Pro vaso que eu lhe dei

Não, não deixe de molhar
Não olhe só por olhar
Pro vaso que eu lhe dei, ei

Quando for jasmim, você pensa em mim
Quando for a rosa, é a nossa prosa
Quando for a margarida, é a minha ida
Quando jogar água, é a minha mágoa

Que saudades de você
Ooh
Ooh

No Dejes de Recordar

No, no dejes de recordar
No dejes de mirar
La maceta que te di, eh

No, no dejes de regar
No mires solo por mirar
La maceta que te di

Cuando sea jazmín, pensarás en mí
Cuando sea la rosa, es nuestra charla
Cuando sea la margarita, es mi despedida
Cuando eches agua, es mi tristeza

Qué nostalgia de ti
Ooh
Ooh

No, no dejes de recordar
No dejes de mirar
La maceta que te di

No, no dejes de regar
No mires solo por mirar
La maceta que te di, eh

Cuando sea jazmín, pensarás en mí
Cuando sea la rosa, es nuestra charla
Cuando sea la margarita, es mi despedida
Cuando eches agua, es mi tristeza

Qué nostalgia de ti
Ooh
Ooh

Escrita por: Vicente Barreto, Odair Cabeca de Poeta