Alvorecer
Vagando pelos campos de flores pálidas
Entre almas feridas de amores destroçados
Do precipício olhei aos céus
Tua luz fúlgida me arrebata
Afagado pelo escuro, bradei teu nome errante
Ouvindo o sopro do desespero
Na foz infértil das súplicas
Ajoelhado em meu desterro
Teu ar silente ecoa em minha fronte
Sedenta ao brilho de um novo alvorecer
Dissimula a tua face
Entre a sombra e a luz
Entrego meu corpo as chamas da salvação
Almejando teus lábios tocar
Que meus sentimentos sejam depositados nesta terra infértil
E suma as cinzas
Dissimula a tua face
Entre a sombra e a luz
Alvorecer
Caminando por campos de flores pálidas
Entre almas heridas de amores destrozados
Desde el precipicio miré al cielo
Tu luz brillante me arrebata
Acunado por la oscuridad, grité tu nombre errante
Escuchando el susurro de la desesperación
En la boca estéril de las súplicas
Arrodillado en mi destierro
Tu aire silente resuena en mi frente
Sediento del brillo de un nuevo amanecer
Disimula tu rostro
Entre la sombra y la luz
Entrego mi cuerpo a las llamas de la salvación
Anhelando tocar tus labios
Que mis sentimientos sean depositados en esta tierra estéril
Y se conviertan en cenizas
Disimula tu rostro
Entre la sombra y la luz
Escrita por: Tiago Monteiro, Diego Nóbrega