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Historias (parte con Nandes)

oficialSMG

Histórias (part. Nandes)

Histórias sem pontos finais
Não sei onde termina, não
Histórias sem pontos finais
Tudo tem sua criação
Criados pra viver ou pra morrer não sei
Pensamentos me matam então por que pensei?
Dias de guerra interna sufocaram a paz
Tá tudo errado os ditados não funcionam mais
Hoje mesmo eu vi cachorro latir e morder
Corações que sentem o que os olhos não podem ver
Me diz por que é tão difícil enganar a dor
Me diz por que a dor tem que existir?

O ódio não deveria vencer o amor
Mas é muito mais fácil de sentir
Crianças com medo de brincar nas ruas
Pessoas ignorando dores que não são suas
São tempos sombrios que nem sei se passarão
Tá sobrando coragem mas tá faltando noção
O Sol não arde na cabeça de quem tá no fresco
Pimenta no olho dos outros sempre foi refresco
Volta pra realidade, engole o teu ego
Tô escrevendo letras e curando um mundo cego, yeah

Prefiro a verdade trazendo decepção
Do que sua mentira me afogando em ilusão
Seu mar de ego é foda com ondas de incerteza
Então nunca desça de peito pois a verdade é rasa
Ah, e eu não entendo porquê cê é assim
A sua felicidade é ver minha tristeza
Fazendo cortes com o seu orgulho sujo
Mas hoje eu trago letras de pura pureza
Ah, e eu tenho leveza
Me levo dessa leva levando minha levada
Verdade queima como lava
Mas te lava, te deixa de alma lavada

Meu coração é calma e paz, lá dentro que eu me interno
Sua arma mancha de vermelho, e a minha de azul o seu caderno
Nossa vida é relacionamento, e o ser humano fez o término
A ampulheta se esvaziando, o nosso tempo acabando
Meu papo é redondo como a terra, e isso não tava no meu plano
Notável como nossa paisagem era agradável
O homem passou por aqui e o nosso clima se tornou degradável

Assim seu nível de inteligência, humildade e respeito, excluindo
Exterminando e concentrando o povo indígena, gay ou preto
Achei que tinha vencido na vida, mas era apenas uma fase
Tomei doses de dores e me embriaguei da realidade, comi a fatia do bolo
Não tinha sentido o gosto da cereja
E eu vi homens se afogando pelo falso canto da sereia, paz

Historias (parte con Nandes)

Historias sin puntos finales
No sé dónde termina, no
Historias sin puntos finales
Todo tiene su creación
Creados para vivir o morir, no sé
Los pensamientos me matan, entonces ¿por qué pensé?
Días de guerra interna sofocaron la paz
Está todo mal, los dichos ya no funcionan
Hoy mismo vi a un perro ladrar y morder
Corazones que sienten lo que los ojos no pueden ver
Dime por qué es tan difícil engañar al dolor
Dime por qué el dolor tiene que existir?

El odio no debería vencer al amor
Pero es mucho más fácil de sentir
Niños con miedo de jugar en las calles
Personas ignorando dolores que no son suyos
Son tiempos oscuros que ni sé si pasarán
Sobra valentía pero falta cordura
El sol no quema en la cabeza de quien está a la sombra
La pimienta en el ojo ajeno siempre fue refresco
Vuelve a la realidad, traga tu ego
Estoy escribiendo letras y curando un mundo ciego, sí

Prefiero la verdad trayendo decepción
A que tu mentira me ahogue en ilusión
Tu mar de ego es fuerte con olas de incertidumbre
Así que nunca te rindas porque la verdad es superficial
Ah, y no entiendo por qué eres así
Tu felicidad es ver mi tristeza
Haciendo cortes con tu orgullo sucio
Pero hoy traigo letras de pura pureza
Ah, y tengo ligereza
Me llevo de esta corriente llevando mi ritmo
La verdad quema como lava
Pero te limpia, te deja con el alma lavada

Mi corazón es calma y paz, donde me adentro
Tu arma mancha de rojo, la mía de azul tu cuaderno
Nuestra vida es una relación, y el ser humano puso fin
El reloj de arena se vacía, nuestro tiempo se acaba
Mi charla es redonda como la tierra, eso no estaba en mi plan
Notable cómo nuestro paisaje era agradable
El hombre pasó por aquí y nuestro clima se volvió desagradable

Así tu nivel de inteligencia, humildad y respeto, excluyendo
Exterminando y concentrando al pueblo indígena, gay o negro
Pensé que había triunfado en la vida, pero era solo una fase
Tomé dosis de dolores y me embriagué de la realidad, comí el pedazo de pastel
No saboreé la cereza
Y vi hombres ahogarse por el falso canto de la sirena, paz

Escrita por: Nandes / oficialSMG