Reticências
Você me enche de inconsequência e reticências
E eu não sei se isso faz bem ou mal
Você me pega, me confunde, me puxa, me larga
Minha cabeça em um salto mortal
Eu caio, no seu corpo me espalho
Me quebro e não me junto mais
Confesso, não sou peça rara
Você me enche, mas eu quero mais
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça já no chão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça já no chão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
E não me junto mais não
Atormentado, eu espero o tempo que for
Só não espero por um tempo bom de se apagar
Em meio a esta curta vida já bem bagunçada
Que você veio para tumultuar
Em tempos de desassossego
O Sol, na cama, abre um clarão
Reúno quase um mol de medo
Pra alguns instantes de ilusão
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça em seu colchão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça em seu colchão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
Pura repetição
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça já no chão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
Assim não tenho mais paz
Minha cabeça em seu colchão
Em teu sorriso, de novo
Eu caio, me espalho
E não me junto mais... Não
Você me enche de inconsequência e reticências
E eu sem rumo, assim
Sem sapiência
Procuro os pontos finais
Puntos suspensivos
Me llenas de inconsecuencias y puntos suspensivos
Y no sé si eso es bueno o malo
Me atrapas, me confundes, me jales, me sueltas
Mi cabeza en un salto mortal
Caigo, me esparzo en tu cuerpo
Me rompo y ya no me junto más
Confieso, no soy una pieza rara
Me llenas, pero quiero más
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en el suelo
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en el suelo
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Y ya no me junto más
Atormentado, espero el tiempo que sea
Solo no espero un buen momento para desaparecer
En medio de esta corta vida ya bastante desordenada
Que viniste a perturbar
En tiempos de inquietud
El Sol, en la cama, abre un resplandor
Reúno casi un montón de miedo
Por unos instantes de ilusión
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en tu almohada
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en tu almohada
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Pura repetición
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en el suelo
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Así que ya no tengo paz
Mi cabeza en tu almohada
En tu sonrisa, de nuevo
Caigo, me esparzo
Y ya no me junto más... No
Me llenas de inconsecuencias y puntos suspensivos
Y yo, perdido así
Sin sabiduría
Busco los puntos finales
Escrita por: Douglas C. Gontijo / Olivêra