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Más claro, sin procesar

Olivia Byington

Mais Clara, Mais Crua

De noite, na rua, em frente ao parque
A minha solidão é sua
Decerto sei que você vaga em qualquer parte
Sob essa vaga lua

De noite, na rua, em frente ao parque
A minha solidão é sua
Decerto sei que você vaga em qualquer parte
Sob essa vaga lua

A noite esconde as cicatrizes
Esconde as carícias e os maltratos
A noite esconde as cicatrizes
Esconde as carícias e os maltratos

De noite alguém decerto lhe ampara
Por onde hoje você anda
Mas sem olhar sua ciranda louca
Daquele jeito que lhe desmascara

De noite alguém decerto lhe ampara
Por onde hoje você anda
Mas sem olhar sua ciranda louca
Daquele jeito que lhe desmascara

A noite esconde as cicatrizes
Esconde as carícias e os maltratos
A noite esconde as cicatrizes
Esconde as carícias e os maltratos

Agora, bêbada, você estremece
Como se ainda não soubesse
Em frente à porta desse bar
Em que embarca sob essa vaga lua

E a luz da lua apura a nitidez da marca
Mais nua, mais clara, mais crua

Más claro, sin procesar

Por la noche, en la calle, frente al parque
Mi soledad es tuya
Estoy seguro de que sé que vagas por cualquier parte
Bajo esta vaga luna

Por la noche, en la calle, frente al parque
Mi soledad es tuya
Estoy seguro de que sé que vagas por cualquier parte
Bajo esta vaga luna

La noche oculta las cicatrices
Oculta las caricias y los malos tratos
La noche oculta las cicatrices
Oculta las caricias y los malos tratos

Por la noche alguien seguramente cuidará de ti
Donde caminas hoy
Pero sin mirar tu loca ciranda
La forma en que lo exponga

Por la noche alguien seguramente cuidará de ti
Donde caminas hoy
Pero sin mirar tu loca ciranda
La forma en que lo exponga

La noche oculta las cicatrices
Oculta las caricias y los malos tratos
La noche oculta las cicatrices
Oculta las caricias y los malos tratos

Ahora, borracho, te estremezco
Como si no lo supiera todavía
Delante de la puerta de este bar
En la que se embarca bajo esta vaga luna

Y la luz de la luna despeja la nitidez de la marca
Desnudo, más ligero, más crudo

Escrita por: Egberto Gismonti / Geraldo Carneiro