Caprichos do Destino
Se Deus um dia olhasse a terra e visse o meu estado
Na certa compreenderia o meu trilhar desesperado
E tendo ele em suas mãos o leme dos destinos
Não deixar-me-ia assim, a cometer desatinos
É doloroso, mas infelizmente é a verdade
Eu não devia nem sequer pensar numa felicidade
Que não posso ter
Mas sinto uma revolta dentro do meu peito
É muito triste não se ter direito nem de viver
Jamais consegui um sonho ver concretizado
Por mais modesto e banal sempre me foi negado
Assim, meu Deus, francamente devo desistir
Contra os caprichos da sorte eu não devo insistir
Eu quero fugir ao suplício a que estou condenado
Eu quero deixar esta vida onde eu fui derrotado
Sou um covarde, bem sei que o direito é levar a cruz até o fim
Mas não posso é pesada demais para mim
É doloroso, mas infelizmente é a verdade
Eu não devia nem sequer pensar numa felicidade
Que não posso ter
Mas sinto uma revolta dentro do meu peito
É muito triste não se ter direito, nem de viver
Caprichos del Destino
Si Dios algún día mirara la tierra y viera mi estado
Seguramente comprendería mi andar desesperado
Y teniendo en sus manos el timón de los destinos
No me dejaría así, cometiendo desatinos
Es doloroso, pero lamentablemente es la verdad
No debería ni siquiera pensar en una felicidad
Que no puedo tener
Pero siento una rabia dentro de mi pecho
Es muy triste no tener derecho ni a vivir
Nunca logré ver un sueño realizado
Por más modesto y banal siempre me fue negado
Así, Dios mío, francamente debo desistir
Contra los caprichos de la suerte no debo insistir
Quiero escapar del suplicio al que estoy condenado
Quiero dejar esta vida donde fui derrotado
Soy un cobarde, bien sé que lo correcto es llevar la cruz hasta el final
Pero no puedo, es demasiado pesada para mí
Es doloroso, pero lamentablemente es la verdad
No debería ni siquiera pensar en una felicidad
Que no puedo tener
Pero siento una rabia dentro de mi pecho
Es muy triste no tener derecho, ni a vivir
Escrita por: Claudionor Cruz, Pedro Caetano