Poema Imortal
Ó viva encarnação
Do eterno amor universal
Visão de mil pelejas
Entre o bem e o mal
Às vezes, na saudade
És o paraíso
Às vezes, verdadeiro inferno
Trazes num sorriso
Ó viva encarnação
Do beijo quente, sensual
Imagem do pecado original
Tu és ventura e desventura
Presença e despedida
És ponto e contraponto
És a própria vida
Fogaréu em cenas de ciúme
Também és luar e és perfume
Lago azul onde desliza
Um cisne erradio
Tu és também fremente mar bravio
Vendaval de uma fúria peregrina
Tu és também a brisa matutina
Demônio angelical eu sei
Melhor que outro qualquer
Poema imortal, teu nome é mulher
Vendaval de uma fúria peregrina
Tu és também a brisa matutina
Demônio angelical eu sei
Melhor que outro qualquer
Poema imortal, teu nome é mulher
Poema Inmortal
Ó viva encarnación
Del eterno amor universal
Visión de mil peleas
Entre el bien y el mal
A veces, en la nostalgia
Eres el paraíso
A veces, un verdadero infierno
Traes en una sonrisa
Ó viva encarnación
Del beso caliente, sensual
Imagen del pecado original
Eres fortuna y desventura
Presencia y despedida
Eres punto y contrapunto
Eres la propia vida
Fogaréu en escenas de celos
También eres luna y eres perfume
Lago azul donde desliza
Un cisne errante
Eres también el mar bravo y agitado
Vendaval de una furia errante
Eres también la brisa matutina
Demonio angelical, lo sé
Mejor que cualquier otro
Poema inmortal, tu nombre es mujer
Vendaval de una furia errante
Eres también la brisa matutina
Demonio angelical, lo sé
Mejor que cualquier otro
Poema inmortal, tu nombre es mujer
Escrita por: Humberto Teixeira, Lauro Maia