Não Há ó Gente ó Não
Não há, ó gente, ó não
Quem possa adivinhar
De onde eu roubei
Esta canção
Não há, ó gente, ó não
Quem possa adivinhar
De onde eu roubei
Esta canção
Até mesmo a Lua cheia
Está ficando feia
E ela tem toda razão
O culpado é o teu olhar
Que abafou este luar
Do meu sertão
Não há, ó gente, ó não
Quem possa adivinhar
De onde eu roubei
Esta canção
Não há, ó gente, ó não
Quem possa adivinhar
De onde eu roubei
Esta canção
Eu juro que não queria
Roubar a melodia do Catulo da Paixão
O culpado é o teu olhar
Que abafou este luar
Do meu sertão
Não há, ó gente, ó não
Quem possa adivinhar
De onde eu roubei
Esta canção
No Hay ó Gente ó No
No hay, oh gente, oh no
Quien pueda adivinar
De dónde saqué
Esta canción
No hay, oh gente, oh no
Quien pueda adivinar
De dónde saqué
Esta canción
Hasta la misma Luna llena
Se está poniendo fea
Y tiene toda la razón
El culpable es tu mirada
Que apagó este lucero
De mi tierra
No hay, oh gente, oh no
Quien pueda adivinar
De dónde saqué
Esta canción
No hay, oh gente, oh no
Quien pueda adivinar
De dónde saqué
Esta canción
Te juro que no quería
Robar la melodía de Catulo de la Pasión
El culpable es tu mirada
Que apagó este lucero
De mi tierra
No hay, oh gente, oh no
Quien pueda adivinar
De dónde saqué
Esta canción
Escrita por: Antonio Almeida, Cristóvão de Alencar