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Relatos de Una Memoria Revocada

Orpheu Alright

Relatos de Uma Memória Revogada

Ás vezes me pego perambulando
Em madrugadas cinzas
Sem saber, que a volta de memórias fúteis
A minha dor ameniza

Então por quê
Não vejo a luz do farol?
Não enxergo um ponto final?
Não sei do que vivo em prol

Vivendo num temporal

Temo que não aprenda
A lidar com meus problemas
Até porquê
Quem sou eu pra confrontar o destino?

Sempre optei
Em rLaciocinar nesse sentido
Até perceber
Que os passos dados eu determino

Só me diz cadê você
Se puder me dê um sinal
Não sei se vai me entender
Mas vivo num temporal

Vivendo num temporal

Relatos de Una Memoria Revocada

A veces me encuentro deambulando
En madrugadas grises
Sin saber, que el regreso de memorias triviales
Alivia mi dolor

Entonces, ¿por qué
No veo la luz del faro?
No veo un punto final?
No sé por qué vivo
Viviendo en una tormenta

Temo no aprender
A lidiar con mis problemas
Incluso porque
¿Quién soy yo para desafiar al destino?

Siempre opté
Por razonar en este sentido
Hasta darme cuenta
Que los pasos que doy los determino yo

Solo dime dónde estás
Si puedes darme una señal
No sé si me entenderás
Pero vivo en una tormenta

Viviendo en una tormenta

Escrita por: João Vitor Porfirio P., Milton dos Santos