Elektromato
Não sei, não sei equilibrar mas tudo bem
Nem posso mais gorfar que sou do bem
Sou junto mais que feliz sou de cem
Sou réplica de cinco sou ninguém
Sou jumento de outrém
Sou sofrimento que já já se vem
Sou sempre
Cão, sarjeta desinfeta meu refrão
Não deixa de checar a situação
Não deixa de pegar na minha mão
Vitória não se paga com perdão
Não há reino sem jargão
Não há sujeira sem livros no chão
Vai tarde
Mas, faz vítima do crime no Alcatraz
Paz, desloratadina vem por trás
Jaz, flora de uma fauna satisfaz
Jaz, vítima de um mundo tão voraz
Jovem besta incapaz
Lança por lança a velha desfaz
Do mundo
Elektromato
No sé, no sé equilibrar pero todo bien
Ya no puedo vomitar porque soy buena
Soy más que feliz junto, soy de cien
Soy una réplica de cinco, soy nadie
Soy un burro de otro
Soy sufrimiento que pronto vendrá
Siempre
Perro, alcantarilla desinfecta mi estribillo
No dejes de revisar la situación
No dejes de tomar mi mano
La victoria no se paga con perdón
No hay reino sin jerga
No hay suciedad sin libros en el suelo
Se va tarde
Pero, hace víctima del crimen en Alcatraz
Paz, la desloratadina viene por detrás
Yace, la flora de una fauna satisface
Yace, víctima de un mundo tan voraz
Joven bestia incapaz
Lanza por lanza la vieja deshace
Del mundo
Escrita por: Julian Brzozowski