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Desistente

Os Aldeões da Fronteira

Desistente

Não há nada que eu possa fazer
Pra me livrar de mim
Pois o bem que faço é igual
Aos trapos imundos
Eu não sou nada, nem mereço nada

Então eu vou cantar
Para que possa ouvir
Me pegue pelas mãos
Pois eu desisti...

De tentar por minhas mãos
Chegar até você
O caminho que escolhi
Em vão me fez sofrer
Sem tua graça eu me perdi dentro de mim mesmo
Então eu morri

E quando eu olhar para o céu me lembrarei
Que por graça me amou, sem mesmo eu merecer

Então eu vou clamar
Atentes em me ouvir
Me leve para o céu
Não quero estar aqui

Desistente

No hay nada que pueda hacer
Para librarme de mí
Porque el bien que hago es igual
A los trapos inmundos
No soy nada, no merezco nada

Así que cantaré
Para que puedas escuchar
Tómame de la mano
Porque he desistido...

De intentar por mis propias manos
Llegar hasta ti
El camino que elegí
En vano me hizo sufrir
Sin tu gracia me perdí dentro de mí mismo
Entonces morí

Y cuando mire al cielo recordaré
Que por gracia me amaste, sin siquiera merecerlo

Así que clamaré
Atiende a escucharme
Llévame al cielo
No quiero estar aquí

Escrita por: Jader Carlos