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Pagode en Brasilia

Os Alexandres do Forró

Pagode Em Brasilia

Quem tem mulher namoradeira
Quem tem burro empacador
Quem tem a roça no mato
Me chama, que jeito eu dou
Eu tiro a roça do mato, sua lavoura melhora
O burro empacador eu corto ele na espora
E a mulher namoradeira, eu passo coro e mando embora

Tem prisioneiro inocente no fundo de uma prisão
Tem muita sogra encrenqueira
E tem violeiro embrulhão
Pro prisioneiro inocente eu arranjo advogado
E a sogra encrenqueira eu dou de laço dobrado
Pro violeiro embrulhão os meus versos tão quebrados

Bahia deu Rui Barbosa
Rio Grande deu Getúlio
Em minas deu Jucelino
de São Paulo eu me orgulho
baiano não nasce burro e gauchão rei das cochilhas
Paulista ninguém contesta é um brasileiro que brilha
Quero ver cabra de peito pra fazer outra brasília

No Estado de Goiás meu pagode estou mandando
No Bazar do Vardomiro em Brasília o soberano
No repique da viola balancei o chão goiano
Vou fazer a retirada e despedir dos paulistano
Adeus que eu já vou me embora que goiás tá me chamando

Pagode en Brasilia

Quien tiene mujer coqueta
Quien tiene burro terco
Quien tiene el campo en el monte
Llámame, yo arreglo eso
Saco el campo del monte, mejora tu cultivo
Al burro terco lo corto con la espuela
Y a la mujer coqueta, le doy una paliza y la mando lejos

Hay prisionero inocente en el fondo de una cárcel
Hay muchas suegras problemáticas
Y hay un guitarrista tramposo
Para el prisionero inocente consigo un abogado
Y a la suegra problemática le doy una buena lección
Para el guitarrista tramposo, mis versos están rotos

Bahía dio a Rui Barbosa
Rio Grande dio a Getúlio
En Minas dio a Jucelino
De São Paulo me enorgullezco
El bahiano no nace tonto y el gaúcho es rey de las colinas
Nadie discute al paulista, es un brasileño que brilla
Quiero ver a un hombre valiente para hacer otra Brasilia

En el Estado de Goiás estoy tocando mi pagode
En el Bazar de Vardomiro en Brasilia, el soberano
En el repique de la guitarra balanceé el suelo goiano
Voy a retirarme y despedirme de los paulistas
Adiós que ya me voy, que Goiás me está llamando

Escrita por: Lourival dos Santos / Teddy Vieira