Voltar pra Bahia
Eu gosto de acarajé, gosto de caruru, gosto de vatapá
Eu gosto do peixe no coco, azeite de dendê
Gosto de abará
Eu gosto de subir ladeira, de descer ladeira
Todo o santo dia
Conterrâneo não precisa dizer
Já dá pra entender que eu sou da Bahia
Conterrâneo não precisa dizer
Já dá pra entender que eu sou da Bahia
Longe, distante não consigo lhe esquecer
Daquela festa do Bom Fim
Onde se brinca pra valer
Do caldinho de lambreta
No mercado todo dia
Eu me acabo de saudades
Seu não voltar pra Bahia
Eu me acabo de saudades
Seu não voltar pra Bahia
Volver a Bahía
Me gusta el acarajé, me gusta el caruru, me gusta el vatapá
Me gusta el pescado en coco, aceite de dendê
Me gusta el abará
Me gusta subir la cuesta, bajar la cuesta
Todos los días
Compatriota no hace falta decir
Ya se entiende que soy de Bahía
Compatriota no hace falta decir
Ya se entiende que soy de Bahía
Lejos, distante no puedo olvidarte
De aquella fiesta de Bom Fim
Donde se juega de verdad
Del caldito de lambreta
En el mercado todos los días
Me muero de saudades
Si no vuelvo a Bahía
Me muero de saudades
Si no vuelvo a Bahía
Escrita por: Mary Monteiro / Osvaldo Oliveira