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Corazón Nostalgia

Os Galponeiros

Coração Saudade

Me bate uma dor no peito quando estou perto de você
E sempre fico sem jeito, imaginando o que fazer

És a mulher mais linda, tudo o que eu sempre quis pra mim
És o sonho de um amor que nunca chega ao fim
Espero poder um dia ouvir da tua voz
Palavras que me digam o que existe entre nós

Vem, meu amor, eu me descobri
Meu sorriso anda por aí, na esperança de te encontrar
Te encontrar
Vem, coração toca a minha mão
Na verdade eu não sei gostar da saudade sem teu perdão

Vem, meu amor, eu me descobri
Meu sorriso anda por aí, na esperança de te encontrar
Te encontrar
Vem, coração toca a minha mão
Na verdade eu não sei gostar da saudade sem teu perdão

Vem, meu amor, eu me descobri
Meu sorriso anda por aí, na esperança de te encontrar
Te encontrar
Vem, coração toca a minha mão
Na verdade eu não sei gostar da saudade sem teu perdão

Vem, meu amor eu me descobri
Meu sorriso anda por aí, na esperança de te encontrar
Te encontrar
Vem, coração toca a minha mão
Na verdade eu não sei gostar da saudade sem teu perdão

Corazón Nostalgia

Me duele el pecho cuando estoy cerca de ti
Siempre me quedo sin palabras, imaginando qué hacer

Eres la mujer más hermosa, todo lo que siempre quise para mí
Eres el sueño de un amor que nunca termina
Espero poder algún día escuchar tu voz
Palabras que me digan lo que hay entre nosotros

Ven, mi amor, me he descubierto
Mi sonrisa anda por ahí, con la esperanza de encontrarte
Encontrarte
Ven, corazón, toca mi mano
En realidad no sé cómo vivir la nostalgia sin tu perdón

Ven, mi amor, me he descubierto
Mi sonrisa anda por ahí, con la esperanza de encontrarte
Encontrarte
Ven, corazón, toca mi mano
En realidad no sé cómo vivir la nostalgia sin tu perdón

Ven, mi amor, me he descubierto
Mi sonrisa anda por ahí, con la esperanza de encontrarte
Encontrarte
Ven, corazón, toca mi mano
En realidad no sé cómo vivir la nostalgia sin tu perdón

Ven, mi amor, me he descubierto
Mi sonrisa anda por ahí, con la esperanza de encontrarte
Encontrarte
Ven, corazón, toca mi mano
En realidad no sé cómo vivir la nostalgia sin tu perdón

Escrita por: Carlos Augusto / MAURO MORAES