De Porto Alegre a Bagé (part. Tchê Barbaridade)
Chegou o sábado
E eu danço o que vier
Eu vou sair de Porto. Alegre
Pra dançar lá em Bagé
O gauchão não tem fronteira
Pra dançar vaneira
Seja aqui ou em qualquer lugar
Se é num balanço swingado
Sai pra todo lado
Vaneira, vaneira, vaneira
Mas quando lembra da fronteira
Dá uma comicheira
E uma vontade de arrasta o pé
Sai no rastro da vaneira
Pra dançar a noite inteira
Num fandango lá em Bagé
Eu danço, eu danço, eu danço
Eu danço o que vier
Eu danço, eu danço
Eu vou saí de Porto Alegre
Pra dançar lá em Bagé
De Porto Alegre a Bagé (part. Tchê Barbaridade)
Llegó el sábado
Y bailo lo que venga
Voy a salir de Porto Alegre
Para bailar allá en Bagé
El gauchón no tiene fronteras
Para bailar vaneira
Ya sea aquí o en cualquier lugar
Si es en un balanceo movido
Salta para todos lados
Vaneira, vaneira, vaneira
Pero cuando recuerda la frontera
Da comezón
Y una ganas de arrastrar el pie
Sale siguiendo la vaneira
Para bailar toda la noche
En un fandango allá en Bagé
Yo bailo, yo bailo, yo bailo
Yo bailo lo que venga
Yo bailo, yo bailo
Voy a salir de Porto Alegre
Para bailar allá en Bagé
Escrita por: Cristiano Vargas / Marlon Borba