Altar
Se nesta vida te voltar a ver
Podes crer que vou beber
Vinho do Porto dos teus lábios secos e dados
Morrer para viver
Se noutra vida te voltar a ver
Podes crer que vou conhecer
As dunas por onde andámos
Onde tu e eu tantos segredos selámos
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Se vens do mar, do céu, isso eu não sei
Só não vi ninguém como tu aqui
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim
Se vens do mar, do céu, isso eu não sei
Só não vi ninguém como tu aqui
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim
Oh-u-oh-oh-oh
Oh-u-oh-oh-oh
U-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh
Sou marinheiro à disposição
O meu navio é o meu caixão
Armas ao ombro e os pés no chão
Que a razão não mora mais em mim
Se é tão difícil fazer-te entender
Manda vir mais que mais vale esquecer
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim
Eu vou querer encontrar
P'ra te levar ao altar
Altar
En esta vida si te vuelvo a ver
Puedes creer que beberé
Vino de Oporto de tus labios secos y dados
Morir para vivir
Si en otra vida te vuelvo a ver
Puedes creer que conoceré
Las dunas por donde anduvimos
Donde tú y yo sellamos tantos secretos
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Si vienes del mar, del cielo, eso no lo sé
Solo no he visto a nadie como tú aquí
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí
Si vienes del mar, del cielo, eso no lo sé
Solo no he visto a nadie como tú aquí
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí
Oh-u-oh-oh-oh
Oh-u-oh-oh-oh
U-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh
Soy marinero a disposición
Mi barco es mi ataúd
Armas al hombro y los pies en el suelo
Que la razón ya no habita en mí
Si es tan difícil hacerte entender
Manda traer más, más vale olvidar
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí
Querré encontrar
Para llevarte al altar