395px

Altar

Os Polegar

Altar

Se nesta vida te voltar a ver
Podes crer que vou beber
Vinho do Porto dos teus lábios secos e dados
Morrer para viver

Se noutra vida te voltar a ver
Podes crer que vou conhecer
As dunas por onde andámos
Onde tu e eu tantos segredos selámos

Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na

Se vens do mar, do céu, isso eu não sei
Só não vi ninguém como tu aqui
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim

Se vens do mar, do céu, isso eu não sei
Só não vi ninguém como tu aqui
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim

Oh-u-oh-oh-oh
Oh-u-oh-oh-oh
U-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh

Sou marinheiro à disposição
O meu navio é o meu caixão
Armas ao ombro e os pés no chão
Que a razão não mora mais em mim

Se é tão difícil fazer-te entender
Manda vir mais que mais vale esquecer
Dá-me o teu corpo, dá-me a tua mão
Que a razão não mora mais em mim

Eu vou querer encontrar
P'ra te levar ao altar

Altar

En esta vida si te vuelvo a ver
Puedes creer que beberé
Vino de Oporto de tus labios secos y dados
Morir para vivir

Si en otra vida te vuelvo a ver
Puedes creer que conoceré
Las dunas por donde anduvimos
Donde tú y yo sellamos tantos secretos

Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na
Oh-u-oh-oh-oh
Na-na-na-na-na

Si vienes del mar, del cielo, eso no lo sé
Solo no he visto a nadie como tú aquí
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí

Si vienes del mar, del cielo, eso no lo sé
Solo no he visto a nadie como tú aquí
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí

Oh-u-oh-oh-oh
Oh-u-oh-oh-oh
U-oh-oh-oh-oh-oh-oh-oh

Soy marinero a disposición
Mi barco es mi ataúd
Armas al hombro y los pies en el suelo
Que la razón ya no habita en mí

Si es tan difícil hacerte entender
Manda traer más, más vale olvidar
Dame tu cuerpo, dame tu mano
Que la razón ya no habita en mí

Querré encontrar
Para llevarte al altar

Escrita por: