Lisboa, Não Passas Deste Inverno
Estala, estala
Estalam as pedras desta cidade
Estala o carmo e a trindade
Cai, cai
Cai a névoa sobre o Tejo
Cai Lisboa mas eu não vejo
Lisboa não passas deste Inverno
Trata de mim quando este chão ceder
Lisboa, Lisboa
Ai de mim desejar outra mulher
Morto, vivo
Quero que saibas minha senhora
Contigo eu sou morto vivo hora a hora
Lisboa não passas deste inverno
Trata de mim quando este chão ceder
Lisboa, Lisboa
Ai de mim desejar outra mulher
Lisboa não passas deste Inverno
Trata de mim quando este chão ceder
Lisboa, Lisboa
Ai de mim desejar outra mulher
Lisboa, No Saldrás de Este Invierno
Estalla, estalla
Estallan las piedras de esta ciudad
Estalla el carmo y la trinidad
Cae, cae
Cae la niebla sobre el Tajo
Cae Lisboa pero yo no veo
Lisboa no saldrás de este invierno
Cuida de mí cuando este suelo ceda
Lisboa, Lisboa
Ay de mí desear a otra mujer
Muerto, vivo
Quiero que sepas, mi señora
Contigo estoy muerto vivo hora a hora
Lisboa no saldrás de este invierno
Cuida de mí cuando este suelo ceda
Lisboa, Lisboa
Ay de mí desear a otra mujer
Lisboa no saldrás de este invierno
Cuida de mí cuando este suelo ceda
Lisboa, Lisboa
Ay de mí desear a otra mujer
Escrita por: Os Pontos Negros, Filipe Sousa