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Nuevo Mundo

Os Surfistas do Vinil

Mundo Novo

As crianças estão com armas nas mãos
De pés descalços em um rumo incerto
Homens trabalharam para um futuro pagão
Com pás e inchadas revirando o concreto

A fome é vista na televisão
Só compreendida por quem viu de perto
Muros e grades decoram esta prisão
Afinal ninguém sabe ao certo

Ordinário descontrole diário
Sangue barato atrás de vitrines
Senhas de bancos e carros roubados
A sociedade que nos oprime
Mundo novo

As crianças estão com flores nas mãos
Pedindo paz a quem provoca guerra
Homens governam um país sem atenção
Em casas noturnas fazendo festas

Nuevo Mundo

Las criaturas tienen armas en las manos
Descalzos en un camino incierto
Hombres trabajaron para un futuro pagano
Con palas y azadones revolviendo el concreto

El hambre se ve en la televisión
Solo entendida por quienes lo vieron de cerca
Muros y rejas decoran esta cárcel
Al final nadie sabe con certeza

Descontrol cotidiano ordinario
Sangre barata detrás de vitrinas
Claves de bancos y autos robados
La sociedad que nos oprime
Nuevo mundo

Las criaturas tienen flores en las manos
Pidiendo paz a quienes provocan guerra
Hombres gobiernan un país sin atención
En casas nocturnas haciendo fiestas

Escrita por: Tomas Romão