Chão de Verdade
A natureza reclamou
Vento que venta não ventou
O sol que brilha não brilhou
Hoje trovejou
Eu me recolhi ao chão do senhor
E orgulho, usura e vaidade, deus condenou
Diante do chão da verdade
Ele pregou, pois no chão está a santidade
Ele falou da grandeza que tem a verdade do amor
A natureza reclamou
Vento que venta não ventou
O sol que brilha não brilhou
Hoje trovejou
O que peço a deus, pai da criação,
Que não deixe o povo afastar da verdade e do amor
Pois, por falta de sinceridade, tudo mudou
A natureza reclamou
Vento que venta não ventou
O sol que brilha não brilhou
Hoje trovejou
Chão de Verdade
La naturaleza se quejó
El viento que sopla no sopló
El sol que brilla no brilló
Hoy tronó
Me recogí en el suelo del señor
Y el orgullo, la usura y la vanidad, Dios condenó
Frente al suelo de la verdad
Él predicó, porque en el suelo está la santidad
Habló de la grandeza que tiene la verdad del amor
La naturaleza se quejó
El viento que sopla no sopló
El sol que brilla no brilló
Hoy tronó
Lo que pido a Dios, padre de la creación,
Que no deje al pueblo alejarse de la verdad y del amor
Pues, por falta de sinceridad, todo cambió
La naturaleza se quejó
El viento que sopla no sopló
El sol que brilla no brilló
Hoy tronó
Escrita por: Dadinho, Mateus