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Noches de Abandono

Os Trovadores do Campo

Noites de Abandono

Eu já tentei te esquecer, mas não tem jeito,
Eternamente você vai doer em mim
Essa tristeza tomou conta do meu peito
É um tormento que parece não ter fim...
Sua indiferença é o que me mata, me rouba o sono
Feito punhal ferindo fundo meu coração
Choro sozinho em minhas noites de abandono
Neste quarto tão cheio de solidão!

Por não ter mais o teu beijo
Nem teu amor que era o meu
Ainda choro quando vejo um rosto
Que lembra o teu (que lembra o teu...)

Nem mesmo o tempo vai tirá-la da lembrança
Morrer te amando é o meu destino agora eu sei
Meu verso triste já não fala de esperança
Fala somente da paixão com que eu te amei
Não te entristeças por me ver assim sofrendo
É o meu castigo por amar-te tanto assim
Ouça os sinos - nosso amor está morrendo
E renascendo solidão dentro de mim!

Noches de Abandono

He intentado olvidarte, pero no hay manera,
Eternamente vas a doler en mí
Esta tristeza se apoderó de mi pecho
Es un tormento que parece no tener fin...
Tu indiferencia es lo que me mata, me roba el sueño
Como un puñal hiriendo profundamente mi corazón
Lloro solo en mis noches de abandono
En esta habitación tan llena de soledad!

Por no tener más tu beso
Ni tu amor que era mío
Todavía lloro cuando veo un rostro
Que recuerda al tuyo (que recuerda al tuyo...)

Ni siquiera el tiempo va a borrarla de mi memoria
Morir amándote es mi destino, ahora lo sé
Mi verso triste ya no habla de esperanza
Habla solamente de la pasión con la que te amé
No te entristezcas al verme sufriendo así
Es mi castigo por amarte tanto
Escucha las campanas - nuestro amor está muriendo
Y renaciendo la soledad dentro de mí!

Escrita por: Campos Sales / Pedro Ornellas