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Casa abandonada

Osvaldinho do Exú

Casa abandonada

Fui visitar meus parentes lá
No sitio aonde eu morava ao passar
Em frente a nossa casa abandonada
Veio ai o meu disgosto as lagrimas
Cai no rosto ao lembrar aquela
Ingrata

Ela me deixou chorando e foi
Embora com outro deixando os
Filhos pequeno criei no maior
Sufoco, depois de todos criados
Agora estou desprezado vou me
Acabando aos poucos

Estou vivendo a caminho de bar
Em bar e cachaça, não tenho mais
Companheira a vida pra mim já
Basta vivendo só neste chão uma
Vida de ilusão só o destino é quem
Traça

Vou caminhando sozinho
Do jeito que comecei, mulher
Filhos e riqueza, depois tudo
Eu arranjei, depois neste jogo
Da vida, minhas pedras preferidas
Foram as pedras perdidas
Solo

Casa abandonada

Fui a visitar a mis parientes allá
En el lugar donde vivía al pasar
Frente a nuestra casa abandonada
Vino mi disgusto, las lágrimas
Cayeron en mi rostro al recordar a aquella
Ingrata

Ella me dejó llorando y se fue
Con otro, dejando a los
Niños pequeños que crié con gran
Dificultad, después de criar a todos
Ahora estoy despreciado, me
Estoy acabando poco a poco

Estoy viviendo yendo de bar
En bar y cachaça, ya no tengo
Compañera, la vida para mí ya
Es suficiente, viviendo solo en este suelo
Una vida de ilusión, solo el destino es quien
Traza

Voy caminando solo
Como empecé, mujer
Hijos y riqueza, luego todo
Conseguí, luego en este juego
De la vida, mis piedras favoritas
Fueron las piedras perdidas
Suelo

Escrita por: Osvaldinho Do Exú