395px

Taxímetro

Oswaldo Montenegro

Taxímetro

Eu tava andando na rua
Chovia e tava calor
Como um taxímetro o olhar registrava
E me cobrava tudo o que já passou

E você me odeia e eu entendo
E Deus passou lotado por nós
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz

A gente andou pela Lua
Mas nunca andou de metrô
Eu só estranhava quando te via nua
E preferia de vestido bordô

E você me odeia e eu entendo
E Deus passou lotado por nós
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz

Eu tava andando na rua
Chovia e tava calor
Como um taxímetro o olhar registrava
E me cobrava tudo o que já passou

E você me odeia e eu entendo
E Deus passou lotado por nós
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz

A gente andou pela Lua
Mas nunca andou de metrô
Eu só estranhava quando te via nua
E preferia de vestido bordô

E você me odeia e eu entendo
E Deus passou lotado por nós
Não, não esqueça que a cabeça abandonou minha voz

Eu tava andando na rua
Chovia e tava calor
Como um taxímetro o olhar registrava
E me cobrava tudo o que já passou

Taxímetro

estaba caminando por la calle
Estaba lloviendo y hacía calor
Como un taxímetro, la mirada registró
Y me acusó de todo lo que ya pasó

Y me odias y lo entiendo
Y Dios nos pasó de largo
No, no olvides que la cabeza abandonó mi voz

Caminamos alrededor de la luna
Pero nunca tomó el metro
Me sentí raro cuando te vi desnuda
Y yo preferí un vestido burdeos

Y me odias y lo entiendo
Y Dios nos pasó de largo
No, no olvides que la cabeza abandonó mi voz

estaba caminando por la calle
Estaba lloviendo y hacía calor
Como un taxímetro, la mirada registró
Y me acusó de todo lo que ya pasó

Y me odias y lo entiendo
Y Dios nos pasó de largo
No, no olvides que la cabeza abandonó mi voz

Caminamos alrededor de la luna
Pero nunca tomó el metro
Me sentí raro cuando te vi desnuda
Y yo preferí un vestido burdeos

Y me odias y lo entiendo
Y Dios nos pasó de largo
No, no olvides que la cabeza abandonó mi voz

estaba caminando por la calle
Estaba lloviendo y hacia calor
Como un taxímetro, la mirada registró
Y me acusó de todo lo que ya pasó

Escrita por: Mongol, Oswaldo Montenegro