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Perdona

Otávio Augusto e Gabriel

Perdoa

Perdoa por eu ter te escolhido
Pra ser pra sempre a minha companhia
Perdoa por eu ter acreditado
Nesse sonho todo dia

Perdoa por eu ter te perdoado
Na hora que devia te esquecer
Perdoa por eu ter me preparado
E me guardado pra você

Eu te solto, eu não te prendo
Eu te livro, faz o que é preciso
Eu não posso, eu não quero te obrigar
A me querer na tua vida

Desenganos vem, acontecem
Desenganos vão, desaparecem
Eu não posso, eu não vou forçar a barra
Pra você gostar de mim

Quem sabe amanhã, talvez, quem sabe?
O tempo coloca tudo no seu lugar
Se vou te esperar ou não, quem sabe?
Aquilo que tem que ser, será

Perdona

Perdona por haberte elegido
Para ser por siempre mi compañía
Perdona por haber creído
En este sueño todos los días

Perdona por haberte perdonado
En el momento en que debía olvidarte
Perdona por haberme preparado
Y haberme guardado para ti

Te suelto, no te retengo
Te libero, haz lo que sea necesario
No puedo, no quiero obligarte
A quererme en tu vida

Desengaños vienen, suceden
Desengaños van, desaparecen
No puedo, no voy a forzar la situación
Para que te guste de mí

Quién sabe mañana, tal vez, quién sabe?
El tiempo pone todo en su lugar
Si te esperaré o no, quién sabe?
Lo que tenga que ser, será

Escrita por: Peninha, Arnaldo Saccomani