Gaiteiro de Fandango
Devagarito por aqui vou me chegando
Segui o rastro escutando o trancão de uma vaneira
Pra tocar baile no interior e na cidade
Com muita simplicidade minha marca verdadeira
Cantando ao povo entrego o total respeito
E também amor no peito que me faz interpretar
Um canto livre pra soar aos quatro ventos
É o melhor acalento para a alma fandanguear
É deste jeito que um gaiteiro de fandango
A sina vai carregando pra animar o dançador
Neste caminho, devagar e continuado
Sempre estou iluminado pelas mãos do criador
Minha jornada vai além das quatro horas
E assim pela vida a fora vou feliz ganhar o pão
A cada baile somando as amizades
Que permacem morando dentro do meu coração
O ser gaiteiro ainda quando menino
Não manda no seu destino disse o poeta em canção
Uma rotina floreada com mil histórias
Fazendo a trajetória em cada tecla ou botão
Gaiteiro de Fandango
Poco a poco por aquí me acerco
Siguiendo el rastro escuchando el golpe de una vaneira
Para tocar baile en el campo y en la ciudad
Con mucha sencillez, mi marca verdadera
Cantando al pueblo entrego total respeto
Y también amor en el pecho que me hace interpretar
Un canto libre para resonar a los cuatro vientos
Es el mejor consuelo para el alma fandanguear
Es así como un gaiteiro de fandango
Lleva consigo la señal para animar al bailarín
En este camino, lento y continuo
Siempre estoy iluminado por las manos del creador
Mi jornada va más allá de las cuatro horas
Y así por la vida adelante voy feliz ganando el pan
En cada baile sumando amistades
Que permanecen viviendo dentro de mi corazón
El ser gaiteiro aún cuando niño
No controla su destino dijo el poeta en canción
Una rutina adornada con mil historias
Haciendo la trayectoria en cada tecla o botón
Escrita por: Otavio Silva