Sempre rondou essa terra, medo e devastação
Guerras atrás de guerras, fruto da sua ambição
O que eu era? O que eu faria?
Na minha mente, somente o caos
Repetindo que eu destruiria, você será o final
Em meio a um clarão, tragédia é o que eu quero
Primeiro a explosão, depois, surge um cogumelo
Claro que sou grato pelas vidas de insetos
Agradeceria reduzindo elas a zero
Sou somente um servo, catalisador
O medo é eterno, e eu também sou (também sou)
Tem medo do escuro? Criança, está só
Seu mundo e todos os outros reduzidos a nada mais do que pó
Só há trevas pra você
Só a morte pra quem o seguiu (só)
Tudo irá perecer, frente ao vazio
Pode até atrasar o fim, só não consegue evitá-lo (-lo)
Sinto muito acabar assim, sabem que eu sou necessário
Pedido, um desejo, que o mau não exista
Parece perfeito, tão minimalista
Pessoas, defeitos, precisam de guerras
Por isso, fadado a nascer em qualquer terra
Caia
Disse que tantas vezes me matou (falha)
Então, por que ainda existo? (Cala)
Cumprirei a missão dada por golb (mata)
Me tornando uma peça do infinito
Sempre existi e sempre existirei
Fogo, gosma, gelo e doce, logo é sua vez
Tem medo do escuro? Criança, está (só)
Seu mundo e todos os outros reduzidos a nada mais do que pó
Só há trevas pra você
Só a morte pra quem o seguiu (só)
Tudo irá perecer, frente ao vazio
Tudo irá (tem medo do escuro?)
Tudo irá Tudo irá perecer
Frente ao Seu mundo
Frente ao vazio
Tudo irá (tudo irá)
Só ha trevas pra você
Tudo irá perecer
Frente ao vazio