Renúncia Impossível (part. Denilson DC)
Não creio em mim, não existo, não quero, eu não quero ser
Quero destruir-me, atirar-me de pontes elevadas
E deixar-me despedaçar sobre as pedras duras das calçadas
Mas antes vou gritar com toda a força que à em mim h para que o mundo oiça
Nunca houve negros! A África foi construída
Verso poético
Fui eu quem renunciou a vida!
Podeis continuar a ocupar o meu lugar vós os que mo roubastes
Aí tendes o mundo todo para vós para mim nada quero
Nem riqueza, nem pobreza, nem alegria, nem tristeza, nem vida, nem morte, nada
Não sou nunca fui renuncio-me atingi o zero
E agora vivei, cantai, chorai, casai-vos, matai-vos, embriagai-vos
Daí esmolas aos pobres nada me pode interessar que eu não sou atingi o zero
O que é a colonização? O que são os massacres de negros?
O que são os esbulhos de propriedade? Coisas que ninguém conhece
A história está errada
Nunca houve escravatura, nunca houve domínio de minorias
Renuncia Imposible (parte con Denilson DC)
No creo en mí, no existo, no quiero, no quiero ser
Quiero destruirme, lanzarme desde puentes elevados
Y dejarme destrozar sobre las duras piedras de las aceras
Pero antes voy a gritar con toda la fuerza que hay en mí para que el mundo escuche
¡Nunca hubo negros! África fue construida
Verso poético
¡Fui yo quien renunció a la vida!
Pueden seguir ocupando mi lugar ustedes que me lo robaron
Ahí tienen todo el mundo para ustedes, para mí no quiero
Ni riqueza, ni pobreza, ni alegría, ni tristeza, ni vida, ni muerte, nada
Nunca fui, me renuncio, llegué al cero
Y ahora vivan, canten, lloren, cásense, mátense, embriáguense
Den limosnas a los pobres, nada puede interesarme porque no soy, llegué al cero
¿Qué es la colonización? ¿Qué son las masacres de negros?
¿Qué son los despojos de propiedad? Cosas que nadie conoce
La historia está equivocada
Nunca hubo esclavitud, nunca hubo dominio de minorías