Nada É Impossível De Mudar
Nada é impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo
E examinai, sobretudo, o que parece habitual
Suplicamos expressamente:
Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural
Pois em tempo de desordem sangrenta
De confusão organizada
De arbitrariedade consciente
De humanidade desumanizada
Nada deve parecer natural
Nada deve parecer impossível mudar...
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo
E examinai, sobretudo, o que parece habitual
Nada deve parecer, parecer natural
Nada deve parecer, impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo
Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural
Nada deve parecer, parecer natural
Nada deve parecer, impossível de mudar
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo
Não aceiteis o que é de hábito como coisa natural
Nada es imposible cambiar
Nada es imposible de cambiar
Desconfiado de lo más trivial, en la apariencia simple
Y examinar, sobre todo, lo que parece habitual
Le imploramos expresamente
No acepte lo que es habitual como algo natural
Porque en un tiempo de desorden sangriento
De confusión organizada
De arbitrariedad consciente
De la humanidad deshumanizada
Nada debería parecer natural
Nada debería parecer imposible de cambiar
Desconfiado de lo más trivial, en la apariencia simple
Y examinar, sobre todo, lo que parece habitual
Nada debería parecer, parece natural
Nada debería parecer, imposible de cambiar
Desconfiado de lo más trivial, en la apariencia simple
No acepte lo que es habitual como algo natural
Nada debería parecer, parece natural
Nada debería parecer, imposible de cambiar
Desconfiado de lo más trivial, en la apariencia simple
No acepte lo que es habitual como algo natural
Escrita por: Banda Ozome Bertold Brechet