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Destreza

Pã

Destreza

Buscando inspirações entre os meus versos
Eu me perco, não me enxergo
Só encontro a paz em ti

Eu quero ficar perto e acho certo
Justo a causa que me molda
Pra tentar te divertir

Buscando em outros lares
Teus olhares, tua boca
Tua aurora nunca irei encontrar

Pois toda é a tua calma
Tua destreza
Que eles dizem e põe na mesa
Pra tentar me confortar

E eu só quero você, meu bem
Não adianta correr mais
Porque no mundo ninguém traz
Felicidade, só em ti

Eu só quero você, meu bem
Porque lá fora a chuva cai
E aqui dentro inunda mais
Quando estou longe de você

Buscando em outros lares
Teus olhares, tua boca
Tua aurora nunca irei encontrar

Pois toda é a tua calma, tua destreza
Que eles dizem e põe na mesa
Pra tentar me confortar

Cê me aparece louca com a voz rouca
Mesmo assim eu não ignoro
Quero ter você pra mim

Eu vejo nas tuas mãos passar um ódio
Fruto intenso de um ciúme
Que não tem por que existir

Em todos os teus traços
Teu retrato, guardo, levo no meu peito
Nunca irei esquecer

Eu digo
Aba pai, falar é fácil
Quero ver vir ter coragem
De fazer acontecer

E eu só quero você, meu bem
Não adianta correr mais
Porque no mundo ninguém traz
Felicidade, só em ti

Eu só quero você, meu bem
Porque lá fora a chuva cai
E aqui dentro inunda mais
Quando estou longe de você

Destreza

Buscando inspiración entre mis versos
Me pierdo, no puedo verme a mí mismo
Sólo encuentro paz en ti

Quiero estar cerca y creo que está bien
Sólo la causa que me da forma
Para tratar de divertirte

Buscar en otras casas
Tus ojos, tu boca
Tu amanecer nunca encontraré

Porque es toda tu calma
Tu destreza
Que dicen y ponen sobre la mesa
Tratar de consolarme

Y yo sólo te quiero, bebé
Ya no se puede ejecutar
Porque en el mundo nadie trae
Felicidad, sólo en ti

Sólo te quiero, bebé
Porque fuera de la lluvia cae
Y aquí se inunda más
Cuando estoy lejos de ti

Buscar en otras casas
Tus ojos, tu boca
Tu amanecer nunca encontraré

Porque todo es tu calma, tu destreza
Que dicen y ponen sobre la mesa
Tratar de consolarme

Me pareces loco con una voz ronca
Todavía no lo ignoro
Quiero tenerte a mí mismo

Veo en tus manos un odio
Intenso fruto de los celos
Eso no tiene razón para existir

En todos tus rasgos
Tu retrato, lo guardo, llevo en mi pecho
Nunca olvidaré

Yo digo
Padre Aba, hablar es fácil
Quiero verte venir con coraje
Para que suceda

Y yo sólo te quiero, bebé
Ya no se puede ejecutar
Porque en el mundo nadie trae
Felicidad, sólo en ti

Sólo te quiero, bebé
Porque fuera de la lluvia cae
Y aquí se inunda más
Cuando estoy lejos de ti

Escrita por: Jonathan de Jesus Pereira