Não Tenha Medo
Nada é impossível se você quiser,
Tudo é possível se você fizer
Ter medo de crescer não é ter covardia,
Não espere pra brilhar,
Logo vai raiar o dia
Olhe na janela,
O que você vê?
Pássaros voando sem ter medo de viver
Então agora pense,
Porque desistir?
Se lá fora tudo flui intensamente,
Tente sentir
Saia desse quarto,
Pise no asfalto,
Olhe para o alto,
Faça algo por você
Virtual não é real,
Tudo parece natural,
Mas faz tão mal,
E você não consegue ver
As vezes a verdade dói bem mais que a mentira,
Mas viver na ilusão,
Não é sempre alegria
E não é fácil escolher entre o certo e o quase errado,
Você pode nem saber,
Mas o hoje já é passado
E de passado não se vive,
Apenas se recorda
E lutar pelo que já passou,
Logo por quem não se importa
Siga em frente sem ter medo do que vier,
E não desista de lutar pelo que você é!
Saia desse quarto,
Pise no asfalto,
Olhe para o alto,
Faça algo por você
Virtual não é real,
Tudo parece natural,
Mas faz tão mal,
E você não consegue ver
E não olhe pra trás
Nunca olhe pra trás!
No tengas miedo
Nada es imposible si lo deseas,
Todo es posible si lo haces
Tener miedo de crecer no es ser cobarde,
No esperes para brillar,
Pronto amanecerá el día
Mira por la ventana,
¿Qué ves?
Pájaros volando sin miedo a vivir
Entonces ahora piensa,
¿Por qué rendirse?
Si afuera todo fluye intensamente,
Intenta sentir
Sal de esta habitación,
Pisa el asfalto,
Mira hacia arriba,
Haz algo por ti
Lo virtual no es real,
Todo parece natural,
Pero hace tanto daño,
Y no puedes ver
A veces la verdad duele más que la mentira,
Pero vivir en la ilusión,
No siempre es alegría
Y no es fácil elegir entre lo correcto y lo casi incorrecto,
Puede que ni siquiera lo sepas,
Pero hoy ya es pasado
Y del pasado no se vive,
Solo se recuerda
Y luchar por lo que ya pasó,
Pronto por quien no le importa
¡Sigue adelante sin miedo a lo que venga,
Y no te rindas en luchar por lo que eres!
Sal de esta habitación,
Pisa el asfalto,
Mira hacia arriba,
Haz algo por ti
Lo virtual no es real,
Todo parece natural,
Pero hace tanto daño,
Y no puedes ver
Y no mires atrás
¡Nunca mires atrás!
Escrita por: Pablo Carneiro Blinho