Princesa de Nadie
Pocas fueron las palabras que te hicieron falta para ser
La esclava de su cama, la que mira y calla, princesa de nadie
Perdonaste cada noche que su boca se olvidó de ti
Perdida en tu dolor, durmiendo entre los brazos de un pobre cobarde
No puedo ver como se te olvida cada herida
Cada beso que regalas te marchita, te desangra
Quiero que vuelvas a amar la vida, respirar tu aire
Princesa de nadie
Se escapó la risa, se escondió la niña que vivía en ti
Condenó tus besos, se apagaban presos de una alma olvidada
Mientras paseaba su victoria por la calle del amor
Tú te conformabas con soñar callada que te desaba
No puedo ver como se te olvida cada herida
Cada beso que regalas te marchita, te desangra
Quiero que vuelvas a amar la vida
Respirar tu aire
Princesa de nadie
No puedo ver como se te olvida cada herida
Cada beso que regalas te marchita, te desangra
Quiero que vuelvas a amar la vida
Respirar tu aire
Princesa de nadie
Princesa de Ninguém
Poucas foram as palavras que faltaram para você ser
A escrava da cama dele, a que olha e cala, princesa de ninguém
Você perdoou cada noite que a boca dele se esqueceu de você
Perdida na sua dor, dormindo entre os braços de um pobre covarde
Não consigo ver como você esquece cada ferida
Cada beijo que você dá te murcha, te desangra
Quero que você volte a amar a vida, respirar seu ar
Princesa de ninguém
A risada escapuliu, a menina que vivia em você se escondeu
Condenou seus beijos, se apagavam presos de uma alma esquecida
Enquanto desfilava sua vitória pela rua do amor
Você se conformava em sonhar calada que te desejava
Não consigo ver como você esquece cada ferida
Cada beijo que você dá te murcha, te desangra
Quero que você volte a amar a vida
Respirar seu ar
Princesa de ninguém
Não consigo ver como você esquece cada ferida
Cada beijo que você dá te murcha, te desangra
Quero que você volte a amar a vida
Respirar seu ar
Princesa de ninguém