Quão Grande És Tu
Senhor meu Deus, Quando eu maravilhado
Fico a pensar nas obras de Tuas mãos
O céu azul de estrelas pontilhado
O seu poder mostrando a criação
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Então minh' alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Quando a vagar nas matas e florestas
O passaredo alegre ouço a cantar
Cruzando os montes, vales e florestas
O Teu poder mostrando a criação
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Quando eu medir o Teu amor tão grande
Teu Filho dando ao mundo pra salvar
Na cruz verteu seu precioso sangue
Minh'alma pôde assim purificar
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
E quando enfim, Jesus vier em Glória
E ao lar celeste então me transportar
Eu adorarei, prostrado e para sempre
Quão grande és Tu, meu Deus, hei de cantar
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Então minh'alma canta a Ti, Senhor
Quão Grande és Tu
Qué Grande Eres Tú
Señor mi Dios, Cuando maravillado
Me detengo a pensar en las obras de Tus manos
El cielo azul salpicado de estrellas
Mostrando su poder en la creación
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Cuando camino por los bosques y selvas
Escucho alegremente a las aves cantar
Cruzando montañas, valles y bosques
Mostrando Tu poder en la creación
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Cuando contemplo Tu gran amor
Dando a Tu Hijo para salvar al mundo
En la cruz derramó su preciosa sangre
Purificando así mi alma
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Y cuando finalmente, Jesús venga en Gloria
Y me lleve al hogar celestial
Adoraré, postrado y por siempre
Qué grande eres Tú, mi Dios, cantaré
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Entonces mi alma canta a Ti, Señor
Qué Grande eres Tú
Escrita por: Carl Boberg / Manoel Da Silveira Porto Filho