Kryptônia
Não admito que me fale assim
Eu sou o seu décimo-sexto pai
Sou primogênito do teu avô
Primeiro curandeiro
Alcoviteiro das mulheres
Que corriam sob teu nariz
Me deves respeito
Pelo menos dinheiro
Ele é o cometa fulgurante
Que espatifou...
Um asteróide pequeno
Que todos chamam de Terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca companheiro
Vá embora, que má-criação!
De outro jeito
Não se dissimularia
A suma criação
E foi o silêncio
Que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante
Que espatifou...
Um asteróide pequeno
Que todos chamam de Terra
De Kryptônia desce teu olhar
E quatro elos prendem tua mão
Cala-te boca companheiro
Vá embora, que má-criação!
De outro jeito
Não se dissimularia
A suma criação...
E foi o silêncio
Que habitou-se no meio
Ele é o cometa fulgurante
Que espatifou...
Um asteróide pequeno
Que todos chamam de Terra
Oh! Oh! Oh! Oooooooooh!
Eh! Eh! Eh! Eeeeeeeeeh!
Oh! Oh! Oh! Oooooooooh!
Kryptônia
No admito que me hables así
Soy tu décimo sexto padre
Soy el primogénito de tu abuelo
El primer curandero
El alcahuete de las mujeres
Que corrían bajo tu nariz
Me debes respeto
O al menos dinero
Él es el cometa brillante
Que destrozó...
Un pequeño asteroide
Que todos llaman Tierra
Desde Kryptônia desciende tu mirada
Y cuatro eslabones atan tu mano
¡Cállate boca compañero!
¡Vete, qué mala educación!
De otra manera
No se disimularía
La suma creación
Y fue el silencio
El que habitó en medio
Él es el cometa brillante
Que destrozó...
Un pequeño asteroide
Que todos llaman Tierra
Desde Kryptônia desciende tu mirada
Y cuatro eslabones atan tu mano
¡Cállate boca compañero!
¡Vete, qué mala educación!
De otra manera
No se disimularía
La suma creación...
Y fue el silencio
El que habitó en medio
Él es el cometa brillante
Que destrozó...
Un pequeño asteroide
Que todos llaman Tierra
¡Oh! ¡Oh! ¡Oh! ¡Oooooooooh!
¡Eh! ¡Eh! ¡Eh! ¡Eeeeeeeeeh!
¡Oh! ¡Oh! ¡Oh! ¡Oooooooooh!