Chora Viola/Caminheiro/Pagode em Brasilia (Pout Pourri)
Chora viola
Eu não caio do cavalo nem do burro e nem do galho
Ganho dinheiro cantando a viola é meu trabalho
No lugar que tem sêca, eu de sêde lá não caio
Levanto de madrugada e bebo o pingo de orvalho
Chora viola
Caminheiro
Caminheiro que lá vai indo
Pro rumo da minha terra
Por favor faça parada
Na casa branca da serra
Ali mora uma velhinha
Chorando um filho seu
Esta velha é minha mãe
E o seu filho sou eu
Vai caminheiro
Leva esse recado meu
Pagode em brasilia
Quem tem mulher que namora
Quem tem burro impacador
Quem tem a roça no mato me chame
Que jeito eu dou
Eu tiro a roça do mato sua lavoura melhora
E o burro impacador eu corto ele de espora
E a mulher namoradeira eu passo o coro e mando embora
No estado de Goiás meu pagode está mandando
No bazar do vardomiro em brasília é o soberano
No repique da viola balancei o chão goiano
Vou fazer a retirada e despedir dos paulistano
Adeus que eu já vou me embora que goiás tá me chamando
Chora Viola/Caminar/Pagoda en Brasilia (Pout Pourri)
Grito viola
No me caigo del caballo ni del burro ni de la rama
Gano dinero cantando la guitarra es mi trabajo
En el lugar que está seco, tengo sed allí no caer
Me levanto al amanecer y bebo la gota de rocío
Grito viola
Caminante
Caminante que va allí yendo
A mi tierra
Por favor, detente
En la casa blanca de las montañas
Vive una anciana
Llorando un hijo tuyo
Esta anciana es mi madre
Y tu hijo soy yo
Vamos, excursionista
Toma este mensaje de mi parte
Pagoda en brasilia
¿Quién tiene una mujer que sale
¿Quién tiene impactor burro
¿Quién tiene la hierba en el monte llámame?
Qué manera lo hago
Saqué la hierba de los arbustos. Tu cosecha mejora
Y el burro impactante lo corté de espuelas
Y la mujer coqueteando paso el coro y lo envío lejos
En el estado de Goiás mi pagoda está enviando
En el bazar del vardomiro en Brasilia es el soberano
En el repike de la viola mecí el piso Goian
Haré la retirada y diré adiós al Paulistano
Adiós que ya me voy que Goiás me está llamando