Pra Que Me Procurar?
Pensa que liguei
se você foi embora?
Pensa que me dando o fora
vai ficar tudo bem?
O telefone toca a meia hora
Eu sei que é você...
Mas acho que não é ninguém.
Até que não vai ser ruim...
Se eu sumir e ficar invisível
Mas se ficarmos sós, perdoa amor...
É irresistível!
O início foi quando você bateu a porta
E disse que era o fim.
Ficou pra trás tudo o que não me importa.
Não quero nada pra mim.
Não há laço que segure, se minha mão se solta.
Castigo pra flor é virar capim.
Largar um pouco dessa vida torta,
Vou cuidar de mim.
Até que não vai ser ruim...
Se eu sumir e ficar invisível
Mas se ficarmos sós, perdoa amor...
É irresistível!
Pensa que eu vou sofrer,
que eu vou sangrar?
Sou guerreira,
e quero paz pro meu coração.
Sou eu quem vai te ver chorar...
Castigo pra desamor é solidão.
Então...
Pra que mentir?
Pra que lutar?
Pra que sentir?
Pra que me procurar?
¿Para qué buscarme?
Piensas que te llamé
si te fuiste?
¿Crees que al darme el portazo
todo estará bien?
El teléfono suena media hora
Sé que eres tú...
Pero creo que no es nadie.
No será tan malo...
Si desaparezco y me vuelvo invisible
Pero si estamos solos, perdona amor...
¡Es irresistible!
El comienzo fue cuando cerraste la puerta
Y dijiste que era el final.
Quedó atrás todo lo que no me importa.
No quiero nada para mí.
No hay lazo que me retenga si mi mano se suelta.
Castigo para la flor es convertirse en pasto.
Dejar un poco de esta vida torcida,
Voy a cuidar de mí.
No será tan malo...
Si desaparezco y me vuelvo invisible
Pero si estamos solos, perdona amor...
¡Es irresistible!
¿Piensas que voy a sufrir,
que voy a sangrar?
Soy guerrera,
y quiero paz para mi corazón.
Soy yo quien te verá llorar...
Castigo para el desamor es la soledad.
Entonces...
¿Para qué mentir?
¿Para qué luchar?
¿Para qué sentir?
¿Para qué buscarme?
Escrita por: Ananda Niño / Paola Vegas