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Marco Aurelio

PapaMike

Marco Aurélio

Reflete todos os dias, em qualquer texto
Que te auxilie em encarar a indigência
A morte ou qualquer outra calamidade

Quando meu coração não quiser mais sonhar
Ou então desanimar, não quiser mais bater
O que eu vou fazer? Não poderei chorar, não
Poderei voltar no tempo pra viver, fico vendo
Você sempre a me questionar por que não vou

Pro bar, conversar e beber
Cara eu não tenho mais tempo para relaxar
Meu tempo vai acabar, logo eu vou morrer!

Livros são companhias nos meus aposentos
Treinamentos para o isolamento se eu reformar
Nessa pandemia tive um ensinamento
Multidões roubam minha energia
E eu tenho que tentar

Ficar no meu confinamento nesses meus padrões
Se não estou em patrulhamento, em operações
Modelo o meu pensamento, criativos movimentos

Entendo sobre ativos e aumento meus cifrões
Acordando cada dia mais cedo
O tempo está passando para quem dorme de mais
Se levanta meio dia eu já fiz um enredo

Já corri pelo moledo e treinei artes marciais
Não sou melhor que ninguém, tô longe disso
Mas todo dia faço o mesmo compromisso
De entregar a vida se isso for preciso, falo sério
Lutar contra Narciso lendo páginas de Marco Aurélio

Quando meu coração não quiser mais sonhar
Ou então desanimar, não quiser mais bater
O que eu vou fazer? Não poderei chorar, não
Poderei voltar no tempo pra viver, fico vendo
Você sempre a me questionar por que não vou

Pro bar, conversar e beber
Cara eu não tenho mais tempo para relaxar
Meu tempo vai acabar, logo eu vou morrer!

Somos a média de quem convivemos
Experiências que vivemos
A média dos amigos que escolhemos
Por isso somos os livros que mais lemos!
Posso até estar errado, dia ensolarado e tô aqui

No quarto, isolado bem focado no que li
A mente agitada vários dias sem dormir
Entre questionamentos do tipo: O que eu estou fazendo aqui?
Vou tentar dormir, amanhã entro no turno

E volto a perseguir vilões em boca de fumo
Sempre me perguntaram por que aumento
O meu consumo de café
É pra aguentar a rotina que acostumo
Ficar de pé até a batalha ser vencida!

Sou noturno, taciturno e não me enfurno em bebida
E me aplumo na filosofia Estóica
Do Império Romano, sou mais um humano
Meditando em Marco Aurélio!

Quando meu coração não quiser mais sonhar
Ou então desanimar, não quiser mais bater
O que eu vou fazer? Não poderei chorar, não
Poderei voltar no tempo pra viver, fico vendo
Vocês sempre a me questionar por que não vou

Pro bar, conversar e beber
Cara eu não tenho mais tempo para relaxar
Meu tempo vai acabar, logo eu vou morrer!

Se não tomares nas mãos o dia de hoje
Conseguirás depender menos do dia de amanhã
De adiamento em adiamento a vida vai se afastando
Nada nos pertence! Só o tempo é mesmo nosso

Marco Aurelio

Refleja cada día, en cualquier texto
Que te ayude a enfrentar la pobreza
La muerte o cualquier otra calamidad

Cuando mi corazón ya no quiera soñar
O se desanime, ya no quiera latir
¿Qué haré? No podré llorar, no
Podré retroceder en el tiempo para vivir, sigo viendo
Siempre me cuestionas por qué no voy

Al bar, a conversar y beber
Hombre, ya no tengo tiempo para relajarme
¡Mi tiempo se acabará, pronto moriré!

Los libros son compañeros en mis aposentos
Entrenamiento para el aislamiento si reformo
En esta pandemia tuve una lección
Las multitudes roban mi energía
Y debo intentar

Permanecer en mi confinamiento en mis estándares
Si no estoy patrullando, en operaciones
Modelo mi pensamiento, movimientos creativos

Entiendo sobre activos y aumento mis cifras
Despertando cada día más temprano
El tiempo pasa para quien duerme demasiado
Si se levanta al mediodía, ya he creado una trama

Ya corrí por el moledo y entrené artes marciales
No soy mejor que nadie, estoy lejos de eso
Pero cada día hago el mismo compromiso
De entregar la vida si es necesario, hablo en serio
Luchar contra Narciso leyendo páginas de Marco Aurelio

Cuando mi corazón ya no quiera soñar
O se desanime, ya no quiera latir
¿Qué haré? No podré llorar, no
Podré retroceder en el tiempo para vivir, sigo viendo
Siempre me cuestionas por qué no voy

Al bar, a conversar y beber
Hombre, ya no tengo tiempo para relajarme
¡Mi tiempo se acabará, pronto moriré!

Somos el promedio de quienes convivimos
Experiencias que vivimos
El promedio de los amigos que elegimos
¡Por eso somos los libros que más leemos!
Puedo estar equivocado, día soleado y aquí estoy

En la habitación, aislado, enfocado en lo que leí
La mente agitada, varios días sin dormir
Entre preguntas del tipo: ¿Qué estoy haciendo aquí?
Intentaré dormir, mañana entro en turno

Y vuelvo a perseguir villanos en bocas de fumo
Siempre me preguntaron por qué aumento
Mi consumo de café
Es para aguantar la rutina a la que me acostumbro
¡Permanecer de pie hasta que la batalla esté ganada!

Soy nocturno, taciturno y no me hundo en la bebida
Y me sumerjo en la filosofía estoica
Del Imperio Romano, soy solo otro humano
¡Meditando en Marco Aurelio!

Cuando mi corazón ya no quiera soñar
O se desanime, ya no quiera latir
¿Qué haré? No podré llorar, no
Podré retroceder en el tiempo para vivir, sigo viendo
Ustedes siempre me cuestionan por qué no voy

Al bar, a conversar y beber
Hombre, ya no tengo tiempo para relajarme
¡Mi tiempo se acabará, pronto moriré!

Si no tomas en tus manos el día de hoy
Podrás depender menos del día de mañana
De aplazamiento en aplazamiento la vida se aleja
¡Nada nos pertenece! ¡Solo el tiempo es verdaderamente nuestro