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Impasse

Papillon

Impasse

Se não for agora é quando
Quando decidires responder deixo-te no teu canto
Se fores embora eu canto
Contigo ou sem ti vou viver deixa que eu garanto

Lá fora por enquanto
Cenas sem sentido vão fazendo o teu quotidiano
Um gajo chora um pranto
Pois tenho sentido que nada será como dantes

Estou nesse impasse
Talvez se eu me desculpasse
Tudo se dissipasse
O que é que eu faço manos?
Não sou de aço sou humano
Tou parado no tempo já nem faço anos

É que eu estou neste impasse
A ver se eu não me passo
Entre o quase e o fracasso
O que é que eu faço manos?
Não sou de aço sou humano
Tou parado no tempo já nem faço anos

Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, ir
Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, deixa-me ir
Deixa-me

Então, o que é que andaste a fazer até então
Quantas vezes vais correr e embater no betão
Tantas voltas revolta-te ou volta ao padrão
Tantas voltas insistem sai do system Plutão
Que é essa órbita é mórbida é disso que ela vive
Criatura não aturo o meu bicho criativo
A espiral é viral onde eu giro gira?
Tantas voltas e não saio do mesmo sítio

Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, ir
Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, deixa-me ir
Deixa-me

É que eu estou nesse impasse
Talvez se eu me desculpasse
Tudo se dissipasse
O que é que eu faço manos?
Não sou de aço sou humano
Tou parado no tempo já nem faço anos

É que eu estou neste impasse
A ver se eu não me passo
Entre o quase e o fracasso
O que é que eu faço manos?
Não sou de aço sou humano
Tou parado no tempo já nem faço anos

Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, ir

É que eu estou neste impasse
A ver se eu não me passo
Entre o quase e o fracasso
O que é que eu faço manos?

Deixa-me ir, deixa-me ir
Deixa-me ir, ir
Deixa-me ir, ir
Tu deixa-me ir
Deixa-me ir, deixa-me ir, ir, ir

Impasse

Si no ahora es cuando
Cuando decidas responder, te dejaré en tu esquina
Si te vas, cantaré
Con o sin ti, viviré. Deja que te lo garantizo

Allá afuera por ahora
Escenas sin sentido hacen que tu vida cotidiana
Un chico llora un grito
Porque he estado sintiendo que nada va a ser el mismo

Estoy en este punto muerto
Tal vez si me disculpo
Todo se disipa
¿Qué hago, hermanos?
No soy de acero, soy humano
Estoy parado en el tiempo, ni siquiera es mi cumpleaños

Es sólo que estoy en este callejón sin salida
Para ver si no salgo de mi mente
Entre casi y el fracaso
¿Qué hago, hermanos?
No soy de acero, soy humano
Estoy parado en el tiempo, ni siquiera es mi cumpleaños

Tú me dejas ir
Suéltame, vete
Tú me dejas ir
Suéltenme, suéltenme
Suéltame

Entonces, ¿qué has estado haciendo entonces?
¿Cuántas veces vas a correr y golpear el hormigón?
Tantas vueltas te levantas o vuelves al patrón
Muchas vueltas insisten en dejar el sistema Plutón
Eso es lo que esta órbita es mórbida. Eso es en lo que vive
Criatura No soporto a mi animal creativo
¿Es la espiral viral donde giro?
Tantas vueltas y no me voy del mismo lugar

Tú me dejas ir
Suéltame, vete
Tú me dejas ir
Suéltenme, suéltenme
Suéltame

Es sólo que estoy en este callejón sin salida
Tal vez si me disculpo
Todo se disipa
¿Qué hago, hermanos?
No soy de acero, soy humano
Estoy parado en el tiempo, ni siquiera es mi cumpleaños

Es sólo que estoy en este callejón sin salida
Para ver si no salgo de mi mente
Entre casi y el fracaso
¿Qué hago, hermanos?
No soy de acero, soy humano
Estoy parado en el tiempo, ni siquiera es mi cumpleaños

Tú me dejas ir
Suéltame, vete

Es sólo que estoy en este callejón sin salida
Para ver si no salgo de mi mente
Entre casi y el fracaso
¿Qué hago, hermanos?

Suéltenme, suéltenme
Suéltame, vete
Suéltame, vete
Tú me dejas ir
Suéltame, suéltame, vete

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