Outros instantes
Eu nem vi quando foi
Pra lhe dizer eu nem senti
Somente espere de você
Mas nunca espere de mim
Talvez o exagero seja eu lhe dizer
Que não existe mais todo o desespero
Não é pra tanto, nem é pra tanto, não, não!
Mas tudo bem já passou
Eu nem te odeio tanto assim
Mas acho impossível o reecontro, o replay
Pois hoje ainda tenho muito o que fazer
Ser menina é three, chegar aos trinta e três
São outros instantes, em outros instantes
São outros instantes, em outros instantes
Um dia qualquer eu lhe escrevo
Uma canção de amor cafona
De água benta pra exorcismo
Dos teus discursos, das tuas médias
Dos teus discursos, das tuas médias
Eu nem vi quando foi
Pra lhe dizer eu nem senti
Mas tudo bem já passou
Nem te odeio tanto assim, eu nem te odeio tanto
São outros instantes, em outros instantes
São outros instantes, em outros instantes
Otros instantes
No vi ni siquiera cuándo fue
Para decirte ni siquiera sentí
Solo esperaba de ti
Pero nunca esperes de mí
Quizás exagero al decirte
Que ya no existe todo el desespero
No es para tanto, no es para tanto, no, no
Pero está bien, ya pasó
No te odio tanto así
Pero encuentro imposible el reencuentro, el replay
Porque hoy todavía tengo mucho que hacer
Ser mujer es tres, llegar a los treinta y tres
Son otros instantes, en otros instantes
Son otros instantes, en otros instantes
Cualquier día te escribiré
Una canción de amor cursi
De agua bendita para exorcizar
Tus discursos, tus medias
Tus discursos, tus medias
No vi ni siquiera cuándo fue
Para decirte ni siquiera sentí
Pero está bien, ya pasó
No te odio tanto así, no te odio tanto
Son otros instantes, en otros instantes
Son otros instantes, en otros instantes
Escrita por: João Augusto Machado / Partido Dos Poetas Pobres